Tripsina de Apis mellifera L. (Hymenoptera)

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Data
2003
Autores
Takahashi, Masayoshi [UNIFESP]
Orientadores
Tipo
Tese de doutorado
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Resumo
A distribuicao de enzimas ao longo do tubo digestivo de abelhas meliferas, Apis mellifera L. (HYMENOPTERA), indica fortemente a existencia de uma membrana peritrofica e um fluxo contracorrente de fluido no intestino medio desta abelha. Um metodo eficaz para a purificacao da tripsina desta abelha foi estabelecido. O metodo inclui uma precipitacao com sulfato de amonio, uma cromatografia de fase reversa, uma cromatografia de afinidade em benzamidina e uma filtracao em gel rapida atraves de uma coluna com Sephadex G-25. A recuperacao final foi 8,9 por cento e a atividade especifica 1,08 U /g. A sequencia N-terminal de aminoacidos da tripsina, inedita entre aquelas ja presentes nos bancos de dados, foi denominada tripsina de Apis. Esta enzima foi a primeira tripsina a ser identificada em abelhas meliferas e foi registrada (ID: TRYP_APIMS, numero de acesso: P83348). A sequencia da tripsina de Apis tem alta similaridade com sequencias de varios tipos de tripsina de Drosophila e camaroes Decapodas. A independencia cio ion de calcio, PH otimo de 9,1, pI de 9,3 e peso molecular de 28 kDa foram demonstrados. Um pico de autolise foi observado no pH 9,1. Os Km e kcat para CBZ-Phe-Arg-metilcouramina sao 1,33 M e 991 s-1, respectivamente. A relacao kcat/Km e 745x 106 s-1 correspondendo ao substrato mais sensivel entre os que foram usados. O valor de Ki para benzamidina e de 16,3 uMa(au)
Descrição
Citação
São Paulo: [s.n.], 2003. 102 p.
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