analise de custos do tratamento de alergia ocular

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Data
2004
Autores
Lima, Franciane Faria [UNIFESP]
Orientadores
Tipo
Dissertação de mestrado
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Resumo
Objetivo: Analisar os principais custos envolvidos no tratamento de alergia ocular durante os primeiros doze meses de acompanhamento nos diferentes grupos de alergia. Material e Metodos: Os pacientes foram divididos de acordo com o tipo de alergia ocular e reavaliados de acordo com sexo e idade. Foi verificado o numero de retornos e o custo das medicacoes topicas utilizadas durante os primeiros doze meses de tratamento, pelo calculo do numero de gotas em 3 frascos, numero medio de gotas/ml e tempo medio propiciado por cada medicacao. Resultados: No grupo formado por 17 portadores de conjuntivite alergica sazonal, o numero medio de retornos foi 9,18; 29,41 por cento dos pacientes apresentaram crise e o custo medio do tratamento foi R$347,27. No grupo de 8 portadores de conjuntivite alergica perene, o numero medio de retornos durante o tratamento foi 8,38, somente 25 por cento apresentaram crise e o custo medio das medicacoes foi R$294,23. No grupo formado de 70 portadores de cerato-conjuntivite primaveril, o numero medio de retornos durante tratamento foi 12,14, 48,57 por cento apresentaram crise e o custo das drogas utilizadas foi R$383,22. No grupo constituido. de 21 portadores de cerato-conjuntivite atopica, o numero medio de retornos nos 12 primeiros meses foi 10, somente 19,05 por cento apresentaram crise e o custo medio de medicacoes foi R$408,09. O numero de gotas/ml nos frascos das seis medicacoes foi, em ordem decrescente: zaditen® 40,6; seguido pelo patanol® 32,7; emadine® 29,7; alomide® 24,5; livostin® 23,9 e cromolerg 4 por cento® 20,3. Quanto a durabilidade media da terapeutica por frasco, notou-se que um frasco de patanol® teria a duracao 40,9 dias; um de zaditen® 40,6; um de emadine® 37,2; um de livostin® 23,9; o alomide® 15,3 e um de cromolerg 4 por cento® apenas 12,7. Conclusoes: A cerato-conjuntivite primaveril e cerato-conjuntivite atopica, que cursam com quadros mais graves e de mais dificil controle, requerem gastos mais elevados com medicacao e com numero de retornos ao Oftalmologista
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São Paulo: [s.n.], 2004. 47 p.
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