Caracteristicas epidemiologicas, clinicas e fatores de co-morbidade em criancas portadoras de cardiopatias congenitas, com admissao hospitalar em Belem do Para

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Data
2002
Autores
Moraes, Anabela do Nascimento [UNIFESP]
Orientadores
Tipo
Dissertação de mestrado
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Resumo
O objetivo deste estudo retrospectivo foi determinar as caracteristicas epidemiologicas e clinicas em criancas portadoras de cardiopatias congenitas internadas na Fundacao Santa Casa de Misericordia do Para, identificando os fatores de co-morbidade e correlacionando com os diversos grupos de cardiopatias e com suas variaveis evolutivas (70 associacoes) considerando-se 3 grupos etarios: 0 a 28 dias (grupo A), 29 a 730 dias (grupo B) e maiores de 730 dias (grupo C). A casuistica foi constituida de 282 registros hospitalares, entre janeiro de 1999 a setembro de 2001. Todos os pacientes foram avaliados por um unico pesquisador (cardiologista pediatrico) e todos realizaram ecocolordopplercardiograma. Dentre os resultados obtidos 29,4 por cento (83/282) dos pacientes eram do grupo A e 53,5 por cento (151/282) do B. A media do tempo diagnostico foi de cinco dias para o grupo A e superior a 100 nos demais grupos. 0 sopro cardiaco foi auscultado em 53 por cento dos casos no grupo A e os sinais de ICC observados em 47,7 por cento no grupo B. Em todas as idades a comunicacao interventricular e interatrial foram as anomalias mais frequentes, seguidas da persistencia do canal arterial e da tetralogia de Fallot representando 67,3 por cento das criancas afetadas. As cardiopatias complexas mostraram maior significancia estatistica (p=0,002) no grupo B na presenca de crise hipoxemica. A associacao de malformacoes e broncopneumonia foi de maior relevancia no grupo A (p=0,043). Os sinais de ICC mostraram maior significancia estatistica nos grupos B (p=0,001) e C (0,021) na presenca de broncopneumonia enquanto a cianose foi significante nos grupos A e B (p=0,000) na presenca de crise hipoxemica. A terapeutica clinica guardou maior significancia no grupo C (p=0,038) na presenca de anemia. Quanto a intervencao cirurgica apenas os grupos A (p=0,004) e B (p=0,000) foram significantes na presenca de crise hipoxemica. A mortalidade mostrou diferencas estatisticas significantes no grupo B (p=0,000) relacionado a convulsao e no grupo A (p=0,020) relacionado a septicemia. A amostragem...(au)
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São Paulo: [s.n.], 2002. 134 p.
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