Efeito de drogas nefrotoxicas em celulas LLC-PK1 previamente expostas a solucao hiperosmotica: papel das proteinas de choque termico

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Data
2001
Autores
Leitao, Aurilucia Alves [UNIFESP]
Orientadores
Tipo
Dissertação de mestrado
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Resumo
O acumulo das proteinas de choque termico (HSPs) pode ser induzido por diferentes tipos de estresses, e e capaz de conferir habilidade as celulas em sobreviver a uma variedade de insultos adicionais, incluindo a citotoxicidade por drogas. Entre as HSPs, as mais extensivamente estudadas sao as proteinas da familia HSP70 as quais mantem a estabilizacao das proteinas e/ou auxilia na renaturacao das proteinas quando estas sao desnaturadas. No presente estudo, avaliamos a capacidade das celulas LLC-PK1 em sobreviver ao estresse r hiperosmotico, bem como sua habilidade em suportar estresse adicional induzido pelas drogas nefrotoxicas Cisplatina (Cis) ou Ciclosporina A (CsA), alem disso avaliamos se estes estimulos induziriam modificacoes na expressao da HSP 70. As celulas foram mantidas em meio de cultura DMEM isosmotico controle ou hiperosmotico (H) por 24 horas para posterior exposicao a Cis (50mM) ou CsA (100, 200 ou 300mg/ml) por periodos adicionais de 12 ou 24 horas. O meio hiperosmotico nao induziu morte celular significante indicando uma capacidade das celulas em se adaptar a esta condicao. Houve aumento nos niveis de RNAm e da proteina HSP 70, sugerindo envolvimento dessa proteina neste mecanismo adaptativo. No grupo de celulas mantidas em meio isosmotico e posteriormente expostas a Cis ou a CsA por 12 ou 24 horas, observamos uma importante reducao no numero de celulas viaveis. A viabilidade celular foi significantemente maior quando as celulas foram previamente expostas ao meio hiperosmotico para posterior incubacao com as drogas (grupos H+Cis e H+CsA). Porem o mecanismo de protecao observado para as duas drogas pode ter ocorrido por vias distintas uma vez que no grupo H+Cis houve reducao tanto nos niveis de RNAm como na proteina HSP 70 enquanto que no grupo H+CsA houve aumento nestes niveis. Uma das possibilidades inclui a degradacao do RNAm pela Cis, bem como uma possivel e conhecida interacao da HSP 70 com a proteina anti-apoptotica Bcl-2, formando um complexo molecular com alta capacidade anti-apoptotica. Porem, este complexo provavelmente nao foi detectado pelos metodos utilizados neste trabalho. Ao contrario, o mecanismo de protecao observado no grupo H+CsA foi acompanhado pela elevacao nos niveis de HSP 70, sugerindo um possivel...(au)
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Citação
São Paulo: [s.n.], 2001. 78 p. ilustab.
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