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dc.contributor.advisorAngelis, Marco Antonio de [UNIFESP]
dc.contributor.authorAlmeida Prado, Patricia Shirley de [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-12-06T23:02:11Z
dc.date.available2015-12-06T23:02:11Z
dc.date.issued2002
dc.identifier.citationSão Paulo: [s.n.], 2002. 69 p. ilustab.
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/17957
dc.description.abstractO osso esfenoide e uma estrutura bastante complexa e seu desenvolvimento ocorre de forma diferente para cada uma de suas partes. Dado que varias tecnicas cirurgicas endoscopicas usam o canal optico, estrutura ossea da regiao orbital pertencente a asa menor do osso esfenoide, como passagem, seu estudo e de grande interesse anatomico. Com o objetivo de se fazer o estudo dimensional do canal optico nos diversos periodos do seu desenvolvimento e determinar seu padrao de simetria, foram feitos moldes de silicone de 146 canais opticos, dos lados direito e esquerdo, utilizando-se 51 cranios macerados e 22 ossos isolados, pertencentes a colecao do Museu de Anatomia da Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina (UNIFESP-EPM). A amostra foi dividida em tres grupos: feto, crianca e adulto, com idade variando entre 7 meses de vida intra-uterina e 68 anos. Utilizando-se paquimetro digital ajustado em milimetros, foram realizadas as medidas de comprimento e diametro (orbital e craniano) do canal optico nos moldes de silicone. Foram obtidos os seguintes resultados para os lados direito e esquerdo (medias), respectivamente: a) diametro orbital maior: feto, 4,68mm e 4,47mm; crianca, 5,51 mm e 5,41 mm; adulto, 5,43mm e 5,34mm; b) diametro orbital menor: feto, 2,89mm e 2,84=; crianca, 3,54mm e 3,61 mm; adulto, 3,78mm e 3,73mm; c) diametro da porcao craniana do canal optico: feto, 3,79mm e 3,76mm; crianca, 4,67mm e 4,72mm; adulto, 5,24mm e 5,43mm; d) comprimento do canal optico: feto, 3,27mm e 3,05mm; crianca, 3,93mm e 3,71 mm; adulto, 4,94mm e 5,21 mm. A analise das medidas tomadas mostrou que o diametro da porcao craniana cresce durante as fases fetal, infantil e adulta. Ja os diametros orbitais maior e menor desenvolvem-se nas fases fetal e infantil e, a partir dai, seu tamanho permanece praticamente o mesmo. Em contraste, o comprimento do canal optico inicia seu crescimento propriamente dito a partir da fase infantil. A analise estatistica mostrou que o diametro orbital maior do lado direito era significantemente maior que o do lado esquerdo em todos os grupos; para as outras variaveis mensuradas nao houve assimetria significante. Tambem foi observada neste estudo a ocorrencia de variacoes anatomicas do canal optico como figura em 8 (2,38 por cento). canal caroticoclinoide e canal interclinoide (58,97 por cento)pt
dc.format.extent69 p.
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectOsso esfenóidept
dc.subjectBiometriapt
dc.subjectCrescimentopt
dc.titleBiometria do canal óptico em crânios humanos nos períodos pré e pós-natalpt
dc.title.alternativeBiometry of the human skulls optic canal in the pre and postnatal perioden
dc.typeDissertação de mestrado
dc.identifier.fileepm-017878.pdf
dc.description.sourceBV UNIFESP: Teses e dissertações
unifesp.campusSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)pt
unifesp.graduateProgramMorfologia e Genética


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