Dor crônica decorrente de mielopatias: aspectos clínicos e terapêuticos

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dc.contributor.advisor Teixeira, Manoel Jacobsen [UNIFESP]
dc.contributor.author Rogano, Luis Augusto Carvalho [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-12-06T23:01:31Z
dc.date.available 2015-12-06T23:01:31Z
dc.date.issued 2001
dc.identifier.citation São Paulo: [s.n.], 2001. 178 + 11 anexos p. ilustab.
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/17333
dc.description.abstract Oitenta e um doentes com dor mielopatica cronica foram avaliados e tratados no Centro de Dor da Clinica do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo durante o periodo compreendido de janeiro de 1996 a dezembro de 1999. Eram do sexo masculino 57 (70,4 por cento) doentes. A media das idades foi 46,4 anos e a media de duracao das mielopatias foi 66,1 meses. A mielopatia localizou-se na medula cervical em 28,4 por cento dos casos, na medula toracica em 44,4 por cento e, no cone medular em 27,2 por cento. Foi decorrente de Faf em 43,2 por cento dos casos, traumatismos fechados em 32,1 por cento, tumores raquimedulares em 6,2 por cento, esclerose multipla em 5,0 por cento, processos infecciosos ou parasitarios 3,6 por cento, iatrogenias em 5,0 por cento, isquemia medular em 1,2 por cento e, siringomielia, em 1,2 por cento. Foi diagnosticada sindrome de seccao da medula espinal em 35,1 por cento dos casos e lesao incompleta em 64,2 por cento. Queimor foi o descritor mais empregado para descreve-la. A media da intensidade da dor, quando do primeiro atendimento foi, 9,4. A dor instalou-se durante a primeira semana apos a ocorrencia da mielopatia em 43,2 por cento dos casos, do final da primeira ao final da quarta semana em 21,0 por cento e, apos a quarta semana, em 35,8 por cento. Foi classificada como segmentar em 30,9 por cento dos casos e distal em 69,1 por cento. Em 42,9 por cento dos casos, foi identificada sindrome dolorosa miofascial e, em 34,6 por cento, espasticidade moderada ou intensa. Nao foi constatada relacao entre a intensidade da dor e os sexos, faixas etarias, localizacoes, gravidades e duracao das mielopatias, naturezas neuropaticas da dor, ocorrencia ou nao de SDM e momento da instalacao da dor em relacao as mielopatias. A dor foi significantemente mais intensa em doentes que apresentaram mielopatias decorrentes de Faf (p < 0,001) e em doentes que nao apresentaram espasticidade moderada ou intensa (p= 0,014). Todos os doentes foram submetidos a tratamento fisiatrico e fizeram uso de antidepressivos triciclicos, neurolepticos e ou anticonvulsivantes e ou antiinflamatorios nao hormonais...(au) pt
dc.format.extent 178 + 11 anexos p.
dc.language.iso por
dc.publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rights Acesso restrito
dc.subject Dor pt
dc.subject Doenças da medula espinal pt
dc.title Dor crônica decorrente de mielopatias: aspectos clínicos e terapêuticos pt
dc.title.alternative Chronic pain due myelopaty: clinical aspects and therapy en
dc.type Tese de doutorado
dc.identifier.file epm-017143.pdf
dc.description.source BV UNIFESP: Teses e dissertações
unifesp.campus São Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM) pt



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