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dc.contributor.advisorPacheco-Silva, Alvaro [UNIFESP]
dc.contributor.authorFerreira, Soraia Rambalducci Costa [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-12-06T23:00:40Z
dc.date.available2015-12-06T23:00:40Z
dc.date.issued1999
dc.identifier.citationSão Paulo: [s.n.], 1999. 66 p. tab.
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16525
dc.description.abstractA presente tese teve como objetivo analisar e correlacionar as alteracoes ecocardiograficas com as alteracoes laboratoriais e com a monitorizacao ambulatorial da pressao arterial, em 30 pacientes candidatos a transplante renal com doador vivo. Foram estudados 30 pacientes portadores de insufiCiência renal cronica mantidos em tratamento hemodialitico. Foram excluidos do estudo criancas, idosos e diabeticos. Os pacientes foram submetidos inicialmente a uma avaliacao clinica com a medida casual da pressao arterial e, em seguida, foram realizados exames bioquimicas (ureia, creatinina, sodio, potassio, calcio, fosforo, fosfatase alcalina, magnesio, glicose, hemograma, albumina, colesterol total, triglicarideos e PTH), monitorizacao ambulatorial da pressao arterial, ecocardiograma bi-dimensional, e registro eletrocardiografico. A incidencia de hipertensao arterial definida atraves da medida casual da pressao arterial foi de 77 por cento. Atraves da MAPA os valores medios da pressao arterial sistolica de 24 hs foi de 149,4 mmHg n 14,0 e diastolica de 24 hs de 96,0 mmHg n 11,7; sendo que 73 por cento destes pacientes apresentavam hipertensao sistolica (> 135 mmHg) e 80 por cento hipertensao diastolica (> 85 mmHg). A carga pressorica sistolica de 24 hs foi de 65,4 por cento n 30,6 e diastolica de 24 hs de 64,0 por cento n 28,0. A maioria dos pacientes (n=27) nao apresentaram o descenso noturno (nao dippers). Analisando-se os achados ecocardiograficos a mais frequente alteracao foi a HVE (67 por cento). Outros achados foram: dilatacao ventricular esquerda (50 por cento), alteracoes valvares (43 por cento) sendo a insufiCiência mitral a mais comum, disfuncao diastolica (l7 por cento), e disfuncao sistolica (l3 por cento). Em apenas 10 por cento dos pacientes o ecocardiograma foi normal. O eletrocardiograma mostrou sinais de HVE em 56 por cento dos pacientes. Observamos correlacao significativa entre as medias das pressoes sistolicas de 24 hs (p < O,001), medias das pressoes diastolicas de 24hs (p = O,03 e p = O,004), cargas pressoricas sistolicas de 24hs (p < O,001) e cargas pressoricas diastolicas de 24hs (p = O,04 e p = O,OOS), com a massa ventricular esquerda e com o indice de massa ventricular esquerdo; respectivamente. Correlacionamos a MVE e o IMVE com alguns fatores supostamente envolvidos na genese da HVE, como hematocrito, albumina, fosfatase alcalina, PTH e niveis de pressao arterial sitolica e...(au)pt
dc.format.extent66 p.
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectEcocardiografiapt
dc.subjectHipertrofia Ventricular Esquerdapt
dc.subjectMonitorização Ambulatorial da Pressão Arterialpt
dc.subjectInsuficiência Renal Crônicapt
dc.titleMonitorização ambulatorial da pressão e alterações ecocardiográficas em 30 pacientes renais crônicos candidatos a transplante renalpt
dc.title.alternativeAmbulatory blood pressure monitoring and echocardiographic alterations in 30 patients with chronic renal failure by kidney transplantationen
dc.typeDissertação de mestrado
dc.identifier.fileepm-016246.pdf
dc.description.sourceBV UNIFESP: Teses e dissertações
unifesp.campusSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)pt


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