Influência do antecedente familiar de hipertensão arterial sobre o metabolismo glicídico, lipídico, os níveis plasmáticos de catecolaminas e renina, a pressão arterial e a estrutura e função miocárdica em indíviduos normotensos

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dc.contributor.advisor Ramos, Oswaldo Luiz [UNIFESP]
dc.contributor.author Batista, Marcelo Costa [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-12-06T23:00:12Z
dc.date.available 2015-12-06T23:00:12Z
dc.date.issued 1999
dc.identifier.citation São Paulo: [s.n.], 1999. 94 p. tab., graf.
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16141
dc.description.abstract O presente estudo demonstrou que não houve diferença na pressão arterial de repouso bem como no IMC entre os grupos com e sem história familiar de hipertensão arterial. 2 A análise dos dados pressóricos durante o esforço físico evidenciou uma menor PASMAX no grupo com história familiar de hipertensão arterial, quando comparado ao grupo sem antecedente familiar da referida patologia. A maior faixa etária média observada no grupo sem história familiar pode ter influenciado a maior PASMAX observada neste grupo. Entretanto, não se pode afastar a eventualidade de que uma menor complacência ventricular esquerda durante o esforço físico no grupo HF+, geraria um menor débito cardíaco, justificando a menor PASMAX observada neste grupo. 3 Não houve diferença nos níveis de pressão arterial obtidos através da MAPA entre os dois grupos estudados. 4 Nao foram observadas diferenças nas funções sistólica e diastólica do ventrículo esquerdo entre os grupos com e sem história familiar de HA, embora os indivíduos com história familiar de hipertensão arterial apresentassem uma MVE, bem como um IMVE, significantemente maior que os indivíduos sem esta característica familiar. Estes resultados permaneceram consistentes mesmo após a correção para a idade nos grupos estudados. 5 No grupo sem história familiar de hipertensão arterial observou-se correlação positiva entre o IMVE e os dados de pressão arterial, obtidos com o esforço físico e com a MAPA. Não houve correlação entre o IMVE e a pressão arterial aferida em repouso. 6 No grupo com história familiar de hipertensão arterial não houve correlação entre o IMVE e os dados da pressão arterial, aferidos em repouso, durante o esforço físico e através da MAPA. 7 A análise do perfil lipídico não demonstrou diferenças significantes entre os grupos com e sem antecedente familiar de hipertensão arterial. De maneira semelhante, não se observou correlação entre o IMVE e os parâmetros do perfil lipídico nos grupos estudados. 8 Não houve diferença nos níveis plasmáticos das catecolaminas (adrenalina, noradrenalina e dopamina) entre os grupos estudados. Tanto para o grupo com antecedente familiar de HA quanto para o grupo sem o caráter genético de HA, não ocorreu correlação entre o IMVE e os níveis plasmáticos de adrenalina, noradrenalina e dopamina. 9 Não se observou diferenças na atividade plasmática de renina (APR) entre os grupos com e sem antecedente familiar de hipertensão arterial. De maneira semelhante...(au).
dc.format.extent 94 p.
dc.language.iso por
dc.publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rights Acesso restrito
dc.subject Hipertensão pt
dc.subject Pressão arterial pt
dc.title Influência do antecedente familiar de hipertensão arterial sobre o metabolismo glicídico, lipídico, os níveis plasmáticos de catecolaminas e renina, a pressão arterial e a estrutura e função miocárdica em indíviduos normotensos pt
dc.type Tese de doutorado
dc.identifier.file epm-015832.pdf
dc.description.source BV UNIFESP: Teses e dissertações
unifesp.campus São Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM) pt



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