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dc.contributor.advisorSarti, Cynthia Andersen [UNIFESP]
dc.contributor.authorCampiglia, Maria Cristina Dobal [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-12-06T23:00:06Z
dc.date.available2015-12-06T23:00:06Z
dc.date.issued1998
dc.identifier.citationSão Paulo: [s.n.], 1998. 124 p.
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16037
dc.description.abstractOs fatores apresentados pelas(os) enfermeiras(os) como desencadeantes de mal-estar no trabalho encontram-se distantes do pressuposto inicial deste trabalho. O contato com pacientes graves geralmente proximos a morte nao foi colocado como motivo de sofrimento pelas(os) profissionais entrevistadas(os), como pensavamos. Ao entrar em contato com os pacientes que exigem cuidados tecnicos especializadas, obviamente envolvendo maior qualificacao profissional, a(o) enfermeira(o) encontra sua razao de ser como profisssionai. E assim que a significacao do fazer se constroi numa relacao de satisfacao e de troca do sujeito, a(o) enfermeira(o), com o objeto de seu trabalho: o cuidar. O desempenho de atividades junto a dor e ao sofrimento do outro nao evoca necessariamente na(o) profissional o sofrimento mas, de forma aparentemente paradoxal, confrontam-na(o) com o desafio de colocar em pratica a relacao enriquecedora e envolvente do binomio ser humano/ trabalho. Nessa troca, o paciente recebe o cuidado, resultado de uma qualificacao profissional. O cuidado profissional pode ser diferenciado do que e considerado cuidado domestico, nao porque o primeiro seja melhor do que o segundo, mas porque, sem duvida, cada um guarda necessariamente seu proprio espaco. Nessa perspectiva, em sua pratica diaria, a(o) enfermeira(o) pode perceber esta diferenca e sentir que e uma(um) agente devidamente preparada(o) para desempenhar aquilo que e motivo de sua existencia profissional. Se o contato direto com o paciente e o que permite a(ao) enfermeira(o) a construcao de uma imagem positiva do seu trabalho, e no exercicio da pratica profissional do cuidar que esta a possibilidade de se distanciar do estereotipo sobre o cuidado como extensao de uma atividade domestica. E entao delimitando claramente a enfermagem como pratica profissional do cuidar que surge a possibilidade de suprimir a ambiguidade da profissao e com isto, diminuir o sofrimento no trabalho. Isto significa estabelecer um campo de atuacao em que a aproximacao constante da(o) enfermeira(o) com seu paciente possa evitar o sofrimento devido a quebra do significado da relacao sujeito/tarefa primaria, Como parte da mesma ambiguidade, pode-se dizer que a pouca clareza da tarefa primaria no desempenho profissional tem raizes ja na formacao da(o) enfermeira(o). Ainda que, nesta formacao o cuidado seja definido como tarefa primaria, a identificacao do cuidar como qualidade moral e valor religioso e a ...(au)pt
dc.format.extent124 p.
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectEnfermagempt
dc.subjectSaúde mentalpt
dc.subjectTrabalhopt
dc.titleA ambiguidade de uma profissão: o sofrimento psíquico na enfermagempt
dc.title.alternativeAmbiguity in a profession: the mental suffer in nursing
dc.typeDissertação de mestrado
dc.identifier.fileepm-015723.pdf
dc.description.sourceBV UNIFESP: Teses e dissertações
unifesp.campusSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)pt


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