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dc.contributor.advisorNóbrega, João Antonio Maciel [UNIFESP]
dc.contributor.authorBraga, Nadia Iandoli de Oliveira [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-12-06T22:59:45Z
dc.date.available2015-12-06T22:59:45Z
dc.date.issued1998
dc.identifier.citationSão Paulo: [s.n.], 1998. 117 p.
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/15732
dc.description.abstractA importância da localização e morfologia das descargas epileptoformes interictais no EEG de pacientes com crises epilépticas é amplamente reconhecida. As descargas rolândicas (DR) têm sido associadas com a epilepsia rolândica benigna da infância (ERBI), uma forma de epilepsia comum em crianças, com quadro clínico bem definido, caráter familiar, ausência de lesão neurológica e bom prognóstico. O EEG desses pacientes apresenta, na análise visual, atividade elétrica cerebral de base normal. As DR, no entanto, podem ocorrer em outras situações clínicas. A evolução recente dos equipamentos de EEG permitiu a análise quantitativa tanto da atividade cerebral de base como das descargas epileptiformes. Estudos usando a promedicação das descargas mostram que as DR apresentam características como a ocorrência de dipolo tangencial e de "dupla espícula", que podem ter relação com o prognóstico e o quadro e o quadro clínico. Estudamops os EEG sw 24 crianças com DR quanto à comparação das descargas individuais com a premediada, local;ização do máximo de negatividade, ocorrência de dipolo tangencial e "dupla espícula"e associação com o quadro clínico. Concluímos que a ativiadade elétrica cerebral de base apresenta diferenças significantes do grupo normal, com diferenças segundo a faixa etária, sem influência de lesão neurológica e uso de medicação; as DR individuais podem apresenatr dipolo tangencial em até 20(por cento) e "dupla espícula"em até 45(por cento) sem que isto ocorra na descarga promediada; a localização preferencial é central, sendo a temporal a mais freqüente nas DR com dipolo tangencial; houve ocorrência de dipolo tangencial em 76,92(por cento) e de "dupla espícula" em 53,8(por cento) dos pacientes com ERBI típica; não houve associação entre a ocorrência de dipolo tangencial e "dupla espícula" e a lesão neurológica.
dc.format.extent117 p.
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectEletroencefalografiapt
dc.subjectEpilepsia rolândicapt
dc.subjectMapeamento encefálicopt
dc.titleAnálise quantitativa do eletroencefalograma de pacientes com descargas epileptiformes rolândicaspt
dc.title.alternativeEEG quantitative analysis in patients with rolandic epileptiform dischargesen
dc.typeTese de doutorado
dc.identifier.fileepm-015395.pdf
dc.description.sourceBV UNIFESP: Teses e dissertações
unifesp.campusSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)pt


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