Hipotensão ortostática em idosos: influência de fatores correlatos

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dc.contributor.advisor Ramos, Luiz Roberto [UNIFESP]
dc.contributor.author Santos, Fânia Cristina dos [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-12-06T22:59:32Z
dc.date.available 2015-12-06T22:59:32Z
dc.date.issued 1997
dc.identifier.citation São Paulo: [s.n.], 1997. 115 p.
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/15543
dc.description.abstract A fim de verificar a prevalencia de hipotensao ortostatica (HO) na populacao idosa do Distrito de São Paulo, conduzimos um estudo transversal em uma amostra de 720 idosos da comunidade, com idade igual ou superior a 65 anos, participantes da primeira fase do Projeto EPIDOSO (oEstudo Longitudinal em uma populacao de idosos residentes no municipio de São Pauloo). Deste projeto, realizado entre 1991/1994, participou um total de 1667 idosos, que foram abordados tanto por meio de inqueritos clinicos, como por meio de entrevistas domiciliares. A pressao arterial (PA) foi aferida nas posicoes supina e ortostatica, em uma unica ocasiao, por observadores treinados. Foram considerados tres diferentes criterios para definir HO, possibilitando, assim, a comparacao com outros estudos, a saber: criterio 1- define HO como queda maior ou igual a 20mm Hg na PA sistolica e/ou queda maior ou igual a 10mmHg na PA diastolica, entre as posicoes supina e ortostatica, com um minuto apos ter assumido a ortostase; criterio 2- define HO como queda maior ou igual a 20mmHg na PA sistolica e queda maior ou igual a 10mmHg na PA diastolica entre as posicoes supina e ortostatica, tambem apos um minuto; criterio 3- define HO como queda maior ou igual a 20mmHg apenas na PA sistolica entre as posicoes supina e ortostatica, novamente apos um minuto. Sao apresentadas as distribuicoes de frequencia das pressoes sistolica e diastolica, assim como a frequencia de algumas variaveis independentes, como: caracteristicas sociodemograficas (idade, sexo, raca, estado civil, grau de instrucao, situacao ocupacional e remuneracao), antecedentes morbidos (diabetes mellitus, infarto do miocardio, acidente vascular cerebral, varizes, obesidade e hipertensao arterial), uso de fumo e alcool, uso de medicacao, grau de autonomia, atividade fisica, deficit cognitivo, Saúde mental, quedas e fraturas. Pelos criterios adotados, as prevalencias de HO nos idosos do Distrito de São Paulo foram: 26,2% (criterio 1); 6,5% (criterio 2) e 17,7% (criterio 3), observando-se que a HO foi um achado bastante comum entre esses idosos. Quanto a influencia das variaveis independentes analisadas, a HO esteve associada significantemente apenas com o antecedente de infarto do miocardio (pelo criterio 1), e com o grau de autonomia (pelos tres criterios). Desta forma, observamos que o criterio 1 foi o que esteve associado a consequencias clinicas mais comuns. A projecao desses resultados para a populacao com idade superior ou igual a 65 anos, do Distrito de São Paulo, faz supor a existencia de um grande contingente de idosos sob maior risco de desenvolver complicacoes relacionadas a HO pt
dc.format.extent 115 p.
dc.language.iso por
dc.publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rights Acesso restrito
dc.subject Humanos pt
dc.subject Hipotensão ortostática pt
dc.subject Pressão arterial pt
dc.subject Fatores de risco pt
dc.title Hipotensão ortostática em idosos: influência de fatores correlatos pt
dc.type Dissertação de mestrado
dc.identifier.file epm-015197.pdf
dc.description.source BV UNIFESP: Teses e dissertações
unifesp.campus São Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM) pt



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