Perfil epidemiológico do trauma ocular penetrante antes e após o novo código de trânsito

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dc.contributor.author Silber, Paulo Caldas [UNIFESP]
dc.contributor.author Souza, Luciene Barbosa De [UNIFESP]
dc.contributor.author Tongu, Maira Tiyomi Sacata [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-06-14T13:29:47Z
dc.date.available 2015-06-14T13:29:47Z
dc.date.issued 2002-08-01
dc.identifier http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27492002000400009
dc.identifier.citation Arquivos Brasileiros de Oftalmologia. Conselho Brasileiro de Oftalmologia, v. 65, n. 4, p. 441-444, 2002.
dc.identifier.issn 0004-2749
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/1504
dc.description.abstract Purpose: To study the epidemiologic profile of the patients with penetrating ocular trauma (POT) before and after the application of the new traffic code. Methods: Retrospective study of 253 patients with POT examined at the Ocular Trauma Section (UNIFESP) from January 1997 to April 1999. The patients were divided into 2 groups: Group I, patients with ocular trauma before the new traffic code; Group II, trauma history after the new code. The patients were evaluated regarding different aspects on trauma and ophthalmic evaluation. Results: The epidemiological findings regarding age, sex and race were similar in both groups. In group I, the patients between 21-50 years presented similar trauma etiology distribution, while in group II, in the same age range, they presented predominance of automotive-related trauma. Regarding seat belt use, 60% and 92% of patients were not using seat belts at the time of the trauma in groups I and II, respectively. 60% of the patients in group II mentioned alcohol consumption against 40% in group I. Conclusion: Besides the impact measures taken by state to control accidents, ocular trauma damages continue to be related to preventable risk factors like seat belt use and alcohol consumption. en
dc.description.abstract Objetivo: Comparar o perfil epidemiológico dos pacientes com trauma ocular penetrante (TOP) antes e após a regulamentação do novo código de trânsito. Métodos: Estudo retrospectivo de 253 pacientes com TOP examinados na Seção de Trauma Ocular (UNIFESP) de janeiro de 1997 a abril de 1999. Os pacientes foram divididos em dois grupos: Grupo I, pacientes com trauma ocular antes da implantação do novo código; Grupo II, história de trauma após sua implantação. Os pacientes foram avaliados em relação a diferentes aspectos do trauma e exame oftalmológico. Resultados: Os achados epidemiológicos em relação à idade, sexo e raça foram similares em ambos os grupos. No grupo I, os pacientes entre 21 e 50 anos apresentaram distribuição similar quanto à etiologia do trauma, ao passo que no grupo II, no mesmo intervalo de idade, predominaram os acidentes automobilísticos. Em relação ao uso do cinto de segurança, 60% e 92% dos pacientes não estavam usando o cinto, nos grupos I e II, respectivamente. 60% dos pacientes no grupo II mencionaram consumo de álcool, contra 40%, no grupo I. Conclusão: Apesar das medidas de impacto tomadas pelo governo para controlar os acidentes, os danos do trauma ocular continuam relacionados a fatores passíveis de prevenção, como o uso do cinto de segurança e consumo de álcool. pt
dc.format.extent 441-444
dc.language.iso por
dc.publisher Conselho Brasileiro de Oftalmologia
dc.relation.ispartof Arquivos Brasileiros de Oftalmologia
dc.rights Acesso aberto
dc.subject Eye injuries en
dc.subject Traffic accidents en
dc.subject Seat belts en
dc.subject Retrospective studies en
dc.subject Traumatismos oculares pt
dc.subject Acidentes de trânsito pt
dc.subject Cintos de segurança pt
dc.subject Estudos retrospectivos pt
dc.title Perfil epidemiológico do trauma ocular penetrante antes e após o novo código de trânsito pt
dc.title.alternative Epidemiological profile of penetrating ocular trauma before and after the new traffic code en
dc.type Artigo
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliation Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliationUnifesp UNIFESP
dc.identifier.file S0004-27492002000400009.pdf
dc.identifier.scielo S0004-27492002000400009
dc.identifier.doi 10.1590/S0004-27492002000400009
dc.description.source SciELO



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Name: S0004-27492002000400009.pdf
Size: 146.0Kb
Format: PDF
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