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dc.contributor.advisorIrigoyen, Maria Claudia [UNIFESP]
dc.contributor.authorPlentz, Rodrigo Della Méa [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-07-22T20:50:16Z
dc.date.available2015-07-22T20:50:16Z
dc.date.issued2006-12-31
dc.identifier.citationPLENTZ, Rodrigo Della Méa. Função endotelial venosa na Doença d e Chagas. 2006. Tese (Doutorado) - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2006.
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/9665
dc.description.abstractA Insuficiência Cardíaca Crônica é um importante problema de saúde pública em todo o mundo. Ela é uma complexa síndrome clínica que apresenta a via final comum de diversas doenças do coração, das mais diferentes etiologias, caracterizada por disfunção sistólica e/ou diastólica de um ou mais freqüentemente, de ambos os ventrículos, de evolução progressiva e quase sempre fatal. A interação entre os sistemas cardiovascular e respiratório é muito estreita. Um exemplo disso é a dispnéia, uma queixa respiratória, que é a principal manifestação clínica da ICC. Outros exemplos são as oscilações respiratórias caracterizadas por ciclos regulares em crescendo e decrescendo do volume corrente pulmonar interposto por apnéias centrais (respiração de Cheyne-Stokes) ou apnéias obstrutivas. O endotélio participa dos mecanismos de controle de controle do sistema cardiovascular e respiratório e encontra-se alterado em pacientes com ICC, entretanto ainda não há na literatura trabalhos verificando o efeito da respiração de Cheyne-Stokes sobre a função endotelial em pacientes com ICC o qual foi objetivo dessa pesquisa. Como metodologia utilizou-se a técnica polissonografia para avaliar a presença ou não da respiração Cheyne-Stokes em pacientes com ICC e posteriormente foi realizada a avaliação da função endotelial venosa com a técnica complacência da veia dorsal da mão. Foram infundidas doses crescentes de fenilefrina para se obter pré-constrição de 70% do basal; a seguir foram administradas acetilcolina e nitroprussiato de sódio para avaliar as respostas de venodilatação, respectivamente, dependentes e independentes do endotélio. A casuística foi composta de grupo um (G1) cinco pacientes com ICC sem respiração Cheyne-Stokes, de ambos os sexos (quatro homens e uma mulher), com idade média de 45,4 ± 14 anos; e grupo dois (G2) constituído por 6 pacientes ICC com respiração Cheyne-Stokes de ambos os sexos (02 homens e 4 mulheres), com idade média de 54,1 ± 2,3 anos, todos os pacientes apresentavam-se na classe funcional II e III NYHA. Como resultados obteve-se: a demonstração de dessensibilização do receptores α –adrenérgico observado pela maior necessidade de fenilefrina para venocostrição de 70% (VC70%) no G2 em relação ao G1 (569 ± 219,8 vs 126,8 ± 52,5 p=0,05); não foi observado diferença nas respostas endotélio dependente e independente entre os grupos, entretanto os valores observado encontram-se abaixo do valores de indivíduos sem patologias. Concluímos que pacientes com ICC e respiração Cheyne- Stokes apresentam disfunção endotelial agravada pela menor sensibilidade dos receptores α –adrenérgicos.pt
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectEndotélio vascular - fisiopatologia
dc.subjectVeias
dc.subjectComplacência
dc.subjectChagas - fisiopatologia
dc.titleFunção endotelial venosa na Doença d e Chagaspt
dc.title.alternativeVenous endothelial function in Disease Chagasen
dc.typeTese de doutorado
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.identifier.fileRestrito-0119.pdf
dc.description.sourceTEDE
unifesp.campusSão Paulo
unifesp.graduateProgramMedicina (Nefrologia) - EPM
Appears in Collections:Tese de doutorado

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