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Title: Estudo dos efeitos farmacológicos e comportamentais do óleo essencial da Coriandrum sativum L. em camundongos
Authors: Leite, Jose Roberto [UNIFESP]
Baziloni, Eliane Maria de Freitas [UNIFESP]
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Keywords: Camundongos
Coriandrum Sativum L
Efeitos farmacológicos
Sistema nervoso central
Umbelífera
Óleo essencial
Óleos voláteis
Coriandrum
Issue Date: 29-Jul-2009
Publisher: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Citation: BAZILONI, Eliane Maria de Freitas. Estudo dos efeitos farmacológicos e comportamentais do óleo essencial da Coriandrum sativum L. em camundongos. 2009. 61 f. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2009.
Abstract: A Corianddrum sativum L. é uma herbácea ereta, anual, ramificada, nativa da região Mediterrânea (Europa meridional e Oriente Médio). Seu odor é devido a presença do coriandrol ou d-Linalol. Usado na medicina popular há mais de 3000 anos, é indicado como carminativo (alguns óleos produzem certa anestesia e relaxamento da cárdia e consequentemente a expulsão do ar do trato gastrointestinal), estimulante das atividades gástrica e hepática, anti-helmíntico, antiinflamatório e ingerido como chá ou tintura. No Brasil, é amplamente cultivada no Norte e Nordeste, usada na indústria de licores. da confeitaria, perfumaria e na culinária. Poucos são os estudos científicos mostrando as propriedades farmacológicas do óleo essencial da C.sativum. O óleo essencial de coentro apresenta em sua composição monoterpenos, como linalol, citronelol, mirceno, limoneno, acetato de geranila, cânfora, entre outros, aos quais são atribuídos efeitos no sistema nervoso central. O presente estudo teve por objetivo avaliar o perfil farmacológico do óleo essencial da Coriandrum sativum L (OEC) em camundongos, após administração aguda via intraperitoneal, nas doses 62,5mg/kg, 125mg/kg, 250 mg/kg e 500 mg/kg. Os resultados obtidos mostram que o OEC (125mg/kg e 250mg/kg) induziu uma diminuição da atividade motora, sendo observado para a dose de 250mg/kg um aumento do tempo de sono. O OEC (125mg/kg e 250mg/kg) não alterou a coordenação motora dos animais indicando que as doses empregadas não induziram relaxamento muscular. Uma ação antinociceptiva periférica (contorções abdominais induzidas pelo ácido acético) em resposta ao OEC(125mg/kg e 250mg/kg) e antiinflamatória (teste da formalina) OEC 250mg/kg foi também observada. O OEC não protegeu os animais das convulsões, não tendo sido observado um efeito anticonvulsivante. Durante a triagem farmacológica inicial, foram observados sinais de toxicidade como pelos arrepios, ptose palpebral, diminuição da defecação e aumento da micção. Após 24h da administração do OEC, houve três mortes com os animais com a dose de 500mg/kg. Nossos resultados sugerem que o OEC apresenta um perfil depressor do sistema nervoso central (SNC) com efeitos sedativo, analgésico e antiinflamatório
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/9571
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