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Title: Trends in spending on eating away from home in Brazil, 2002-2003 to 2008-2009
Other Titles: La evolución de los gastos en alimentación fuera del hogar en Brasil, entre los periodos 2002/2003 y 2008/2009
Evolução das despesas com alimentação fora do domicílio e influência da renda no Brasil, 2002/2003 a 2008/2009
Authors: Claro, Rafael Moreira
Baraldi, Larissa Galastri
Martins, Ana Paula Bortoletto
Bandoni, Daniel Henrique [UNIFESP]
Levy, Renata Bertazzi
Universidade Federal de Minas Gerais Departamento de Nutrição
Faculdade de Saúde Pública Departamento de Nutrição
Universidade de São Paulo (USP)
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Keywords: Food Consumption
Nutrition Surveys
Income
Consumo de Alimentos
Inquéritos Nutricionais
Renda
Issue Date: 1-Jul-2014
Publisher: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Citation: Cadernos de Saúde Pública. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz, v. 30, n. 7, p. 1418-1426, 2014.
Abstract: The study aims to describe trends in food consumption away from home in Brazil from 2002-2003 to 2008-2009 and to analyze the influence of income on this behavior. The authors used data collected by the Household Budget Surveys conducted by the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE) in 2002-2003 and 2008-2009. The information analyzed in this study involves records of food and beverage purchases for consumption away from home. Trends in eating away from home were estimated for the total population and according to demographic and economic strata. The association between the share of food consumed away from home and income was studied using regression models to estimate income elasticity coefficients. The share of eating away from home increased 25% during the period, reaching 28% of total spending on food. Each 10% increase in mean per capita income leads to a 3.5% increase in the share of food consumed away from home. This suggests that income growth will result in future increases in the share of eating away from home.
El objetivo fue describir la evolución de los gastos en alimentación fuera del hogar en Brasil y analizar la influencia de la renta sobre dichos gastos. Se utilizaron los datos de las Encuestas de Presupuestos Familiares realizadas por el Instituto Brasileño de Geografía y Estadística (IBGE) en 2002-2003 y en 2008-2009. La información analizada comprende los registros de gastos, en relación con las adquisiciones de alimentos y bebidas para consumo fuera del hogar. La evolución del gasto en comida fuera del hogar, en relación con el gasto total en alimentación fue estimada para el conjunto total de la población, según el nivel económico y sociodemográfico. La asociación entre el gasto en alimentación fuera del domicilio y la renta de la población fue estudiada mediante modelos de regresión, para hallar la estimación de coeficientes de elasticidad-renta. El gasto en alimentación fuera del domicilio aumentó un 25% en el periodo estudiado, llegando a suponer el 28% de los gastos totales en alimentación. Cada incremento del 10% en la renta, la población aumenta un 3,5% el gasto en alimentación fuera del hogar.
O objetivo foi descrever a evolução de curto prazo dos gastos com alimentação fora do domicílio no Brasil e analisar a influência da renda sobre essas despesas. Utilizaram-se dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) coletados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2002/2003 e em 2008/2009. A informação analisada compreendeu os registros dos gastos com aquisições de alimentos e bebidas para consumo fora do domicílio. A evolução da participação da alimentação fora do domicílio nos gastos totais com alimentação foi estimada para o conjunto total da população, segundo estratos econômicos e sociodemográficos. Utilizaram-se modelos de regressão para estimação de coeficientes de elasticidade-renda para analisar a relação entre participação da alimentação fora do domicílio e a renda da população. A participação da alimentação fora do domicílio aumentou 25% no período estudado, chegando a 28% dos gastos totais com alimentação. Cada incremento de 10% na renda da população aumentaria em 3,5% dessa participação. Esse cenário sugere que uma evolução favorável da renda acarretará aumentos futuros da participação da alimentação realizada fora do domicílio.
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/8465
ISSN: 0102-311X
Other Identifiers: http://dx.doi.org/10.1590/0102-311X00176113
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