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Title: Is it safe the empirical distal femoral resection angle of 5 to 6 of valgus in the Brazilian geriatric population?
Other Titles: E seguro o corte femoral distal em artroplastia total do joelho com 5 a 6 de valgo empiricamente na populacao geriatrica brasileira?
Authors: Rezende, Fernando Cury
Ferreira, Marcio de Castro
Debieux, Pedro [UNIFESP]
Franciozi, Carlos Eduardo da Silveira [UNIFESP]
Luzo, Marcus Vinicius Malheiros [UNIFESP]
Carneiro, Mario
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Hospital do Coracao de São Paulo Orthopedics and Sports Rehabilitation Center
Keywords: Knee joint
Arthroplasty knee replacement
Ostearthritis
Panoramic radiography
Articulacao do joelho
Artroplastia do joelho
Osteoartrite
Radiografia panoramica
Issue Date: 1-Sep-2013
Publisher: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Citation: Revista Brasileira de Ortopedia. Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, v. 48, n. 5, p. 421-426, 2013.
Abstract: OBJECTIVE:The purpose of this study is to determine if there is a safe distal femoral resection angle to restore the normal axial alignment of the limb in total knee arthroplasty (TKA) in the Brazilian geriatric population with knee arthrosis.METHOD:This study analyzed 99 pre-operative hip-knee-ankle radiographs of osteoarthritic knees of 66 patients (54 women, 12 men) with knee osteoarthritis. The distal femoral cut angle was determined based on the femoral mechanical-anatomical angle (FMA). Mean, median and standard deviation measurements of the distal femoral cut angle were calculated, differentiated by gender and side. The mean result of the distal femoral resection angle was compared to 5.7°, the mean average angle of previous and similar study based on European population of patients with knee arthrosis.RESULTS:The mean average of the distal femoral resection angle of the study was 6.05 (range 3-9°). The distribution of this angle between genders showed a slight superior average of the male population (6.17°) compared to the female (6.02°), but with no statistically significant difference (p = 0.726). There was no statistically significant difference (p = 0.052) between the mean average of this study (6.05°) compared to the mean average of the literature (5.7°). However, considering 3° as the limit of acceptable error in the coronal plane, this empirical femoral resection angle would not be appropriated for 19.7% of the population.CONCLUSION:The distal femoral resection angle of 5-6° is not completely safe for the Brazilian geriatric population.
OBJETIVO:Determinar se existe um ângulo seguro para o corte femoral distal, para que o membro resulte alinhado após uma artroplastia total de joelho (ATJ), na população geriátrica brasileira com gonartrose.MÉTODO:Foram feitas radiografias panorâmicas de 99 membros inferiores em 66 pacientes consecutivos (54 mulheres e 12 homens) portadores de gonartrose do joelho. O ângulo do corte femoral distal foi determinado pelo encontro entre o eixo mecânico femoral (EMF) e o eixo anatômico femoral (EAF). Foram calculados os valores da média, o desvio padrão e a mediana do ângulo do corte femoral distal desses pacientes diferenciados por sexo e lado. O valor médio do ângulo de corte do fêmur distal ideal aqui obtido foi comparado com o valor médio de 5,7 obtido em estudo prévio semelhante a esse feito com populações europeias de pacientes osteoartríticos submetidos a ATJ.RESULTADOS:A média do ângulo formado pelos EAF × EMF, considerado o ângulo do corte femoral distal em uma ATJ, do grupo estudado foi de 6,05 (variação de 3° a 9°). A distribuição desse ângulo entre os sexos evidenciou uma média discretamente superior entre os homens (6,17°) em comparação com as mulheres (6,02°), porém sem significância estatística (p = 0,726). Não houve diferença estatística (p = 0,052) entre o valor médio obtido na amostra atual (6,05 - DP 1,27) com o valor médio obtido na literatura (5,7°). Entretanto, se considerarmos aceitável um erro de 3° no plano coronal, 19,7% da população operada se encontrariam fora dessa faixa aceitável se optarmos pelo corte femoral empírico de acordo com o instrumental.CONCLUSÃO:O corte femoral distal na ATJ em 5° ou 6° de valgo não é completamente seguro para a população geriátrica brasileira.
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/7956
ISSN: 0102-3616
Other Identifiers: http://dx.doi.org/10.1016/j.rboe.2012.08.009
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