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Title: Estimativa de consumo de sódio pela população brasileira, 2008-2009
Other Titles: Estimated sodium intake for the Brazilian population, 2008-2009
Estimativa de consumo de sodio por la población brasileña, 2008-2009
Authors: Sarno, Flavio
Claro, Rafael Moreira
Levy, Renata Bertazzi
Bandoni, Daniel Henrique [UNIFESP]
Monteiro, Carlos Augusto
Universidade de São Paulo (USP)
Universidade Federal de Minas Gerais Departamento de Nutrição
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Keywords: Sodium Chloride
Sodium, Dietary
Food Habits
Nutrition Policy
Socioeconomic Factors
Nutrition Surveys
Budget
Population Survey
Cloreto de Sódio
Sódio na Dieta
Hábitos Alimentares
Recomendações Nutricionais
Fatores Socioeconômicos
Inquéritos Nutricionais
Orçamentos
Inquéritos Demográficos
Issue Date: 1-Jun-2013
Publisher: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Citation: Revista de Saúde Pública. Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, v. 47, n. 3, p. 571-578, 2013.
Abstract: OBJECTIVE:To update estimates of sodium intake in Brazil.METHODS:We used data from the Brazilian Household Budget Survey of 2008-2009. Records of food purchases of households were converted into nutrients using food composition tables. Mean sodium availability per person per day and mean adjusted availability for a 2,000 kcal daily energy intake were calculated. The contribution of food groups to the total household sodium availability was calculated and compared to results estimated from the 2002-2003 Household Budget Survey.RESULTS:Mean daily sodium available for consumption in Brazilian households was 4.7 g per 2,000 kcal per day, thus still more than twice the recommended levels of intake for this nutrient. Although most of the sodium available for intake is derived from table salt or salt-based condiments (74.4%), the fraction derived from processed foods with added salt showed a strong linear increase with household income (12.3% of total sodium intake in the lower quintile of per capita income distribution and 27.0% in the upper quintile). There was a reduction in the contribution of salt and salt-based condiments (76.2% to 74.4%) and fresh or processed foods without added salt (6.6% to 4.8%) and an increase of processed foods with added salt (15.8% to 18.9%) and ready meals (1.4% to 1.6%), when compared to results estimated from the 2002-2003 Household Budget Survey.CONCLUSIONS:Sodium intake in Brazil remains at levels above the recommended maximum for this nutrient in all Brazilian macro regions and income strata. There was stability in the total household sodium availability, and an increase in the fraction from processed foods with addition of salt and ready meals, when comparing 2008-2009 with 2002-2003.
OBJETIVO:Actualizar estimativas sobre consumo de sodio en Brasil.MÉTODOS:Se utilizaron datos de la Investigación de Presupuestos Familiares 2008-2009. Se realizó la conversión en nutrientes de los registros de adquisición de alimentos de los domicilios brasileños por medio de tablas de composición de alimentos. Se calcularon la disponibilidad promedio de sodio/persona/día y la disponibilidad promedio ajustada para un consumo energético diario de 2000 kcal. Se calculó la contribución de grupos de alimentos seleccionados para el total de sodio disponible para consumo en el domicilio y se comparó con los datos de la Investigación de Presupuestos Familiares 2002-2003.RESULTADOS:La cantidad diaria de sodio disponible para consumo en los domicilios brasileños fue de 4,7 g para ingestión diaria de 2000 kcal, manteniéndose más de dos veces mayor al límite recomendado de ingestión de dicho nutriente. La mayor parte del sodio disponible para consumo proviene de la sal de cocina y de condimentos a base de sal (74,4%), sin embargo, la fracción proveniente de alimentos procesados con adición de sal aumentó linear e intensamente con el poder adquisitivo domiciliar (12,3% del total de sodio en la quinta parte inferior de la distribución de renta por persona y 27,0% en la quinta parte superior). Se observó reducción en la contribución de sal y condimentos a base de sal (de 76,2% a 74,4%) y de los alimentos in natura o procesados sin adición de sal (de 6,6% a 4,8%) y aumento de los alimentos procesados con adición de sal (de 15,8% a 18,9%) y de las comidas listas (de 1,4% a 1,6%) en comparación con la Investigación de Presupuestos Familiares 2002-2003.CONCLUSIONES:El consumo de sodio en Brasil se mantiene en niveles por encima de la recomendación máxima para dicho nutriente en todas las macro regiones y clases de renta brasileña. Se observó estabilidad en la disponibilidad domiciliar total de sodio y aumento en la fracción proveniente de los alimentos procesados con adición de sal y de las comidas listas, en comparación entre 2008-2009 y 2002-2003.
OBJETIVO:Atualizar estimativas sobre consumo de sódio no Brasil.MÉTODOS:Foram utilizados dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009. Realizou-se a conversão em nutrientes dos registros de aquisição de alimentos dos domicílios brasileiros por meio de tabelas de composição de alimentos. Foram calculadas a disponibilidade média de sódio/pessoa/dia e a disponibilidade média ajustada para um consumo energético diário de 2.000 kcal. Calculou-se a contribuição de grupos de alimentos selecionados para o total de sódio disponível para consumo no domicílio e comparou-se com aqueles da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2002-2003.RESULTADOS:A quantidade diária de sódio disponível para consumo nos domicílios brasileiros foi de 4,7 g para ingestão diária de 2.000 kcal, mantendo-se mais de duas vezes superior ao limite recomendado de ingestão desse nutriente. A maior parte do sódio disponível para consumo provém do sal de cozinha e de condimentos à base de sal (74,4%), mas a fração proveniente de alimentos processados com adição de sal aumentou linear e intensamente com o poder aquisitivo domiciliar (12,3% do total de sódio no quinto inferior da distribuição da renda por pessoa e 27,0% no quinto superior). Observou-se redução na contribuição de sal e condimentos à base de sal (76,2% para 74,4%) e dos alimentos in natura ou processados sem adição de sal (6,6% para 4,8%) e aumento dos alimentos processados com adição de sal (15,8% para 18,9%) e dos pratos prontos (1,4% para 1,6%) na comparação com a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2002-2003.CONCLUSÕES:O consumo de sódio no Brasil mantém-se em níveis acima da recomendação máxima para esse nutriente em todas as macrorregiões e classes de renda brasileiras. Observou-se estabilidade na disponibilidade domiciliar total de sódio e aumento na fração proveniente dos alimentos processados com adição de sal e dos pratos prontos, na comparação de 2008-2009 com 2002-2003.
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/7824
ISSN: 0034-8910
Other Identifiers: http://dx.doi.org/10.1590/S0034-8910.2013047004418
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