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Title: Estilo de vida e formação médica: impacto sobre o perfil nutricional
Other Titles: Lifestyle and medical education: impact on the nutritional profile
Authors: Mota, Maria Carliana
Souza, Daurea Abadia de
Mello, Marco Tulio de [UNIFESP]
Tufik, Sergio [UNIFESP]
Crispim, Cibele Aparecida [UNIFESP]
Universidade Federal de Uberlândia
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Keywords: Medical Students
Nutritional Status
Food Habits
Sedentary Lifestyle
Sleep Deprivation
Medical Education
Estudantes de Medicina
Estado Nutricional
Hábitos Alimentares
Estilo de Vida Sedentário
Privação do Sono
Educação Médica
Issue Date: 1-Sep-2012
Publisher: Associação Brasileira de Educação Médica
Citation: Revista Brasileira de Educação Médica. Associação Brasileira de Educação Médica, v. 36, n. 3, p. 358-368, 2012.
Abstract: The training of the medical profession imposes harmful changes to lifestyle, which predisposes to weight gain. The aim of this study was to review the prevalence of overweight and obesity and possible causative factors in these rates in medical students (MS) and residents physicians (RP). We conducted a search of the databases online: PubMed / Medline (U.S. National Library of Medicine), Scielo and Lilacs with the keywords: medical students and residents associated with each of the terms: body mass index (BMI), obesity, overweight, food intake, sendentarism and sleep, and using the translation of these terms for the English language Thirty one studies were selected, where 25 were performed with EM, five with MR and one with both the populations. Sixteen studies indicated high prevalences of overweight and obesity (ranging between 15% and 83%). Regarding factors associated with weight gain, have stand out inadequate food intake. The excessive daytime sleepiness, sleep deprivation and sedentarism were widely identified. These results underscore the need to develop actions to minimize the negative effects of routine imposed by the process of medical training, especially those aspects related to excess weight.
A formação do profissional médico impõe modificações nocivas ao estilo de vida, predispondo ao ganho de peso. O objetivo deste estudo foi realizar uma revisão acerca das prevalências de sobrepeso e obesidade e possíveis fatores causais destas taxas em estudantes de Medicina (EM) e médicos residentes (MR). Realizou-se uma busca nas bases de dados on-line PubMed/Medline (US National Library of Medicine), Scielo e Lilacs, com as palavras-chave: estudantes de medicina e médicos residentes, associadas com cada um dos termos: índice de massa corporal (IMC); obesidade; sobrepeso; ingestão alimentar; sedentarismo e sono, e suas traduções para a língua inglesa. Foram selecionados 31 estudos, dos quais 25 foram realizados com EM, cinco com MR e um com ambas as populações. Dezesseis estudos retrataram altas prevalências de sobrepeso e obesidade (taxas de 15% a 83%). Em relação aos fatores associados ao aumento de peso, destacaram-se os hábitos alimentares inadequados. Sonolência excessiva diurna, privação do sono e sedentarismo também foram amplamente identificados. Estes resultados ressaltam a necessidade de desenvolver ações para minimizar os efeitos negativos da rotina imposta pelo processo de formação médica, em especial os aspectos relacionados a excesso de peso.
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/7284
ISSN: 0100-5502
Other Identifiers: http://dx.doi.org/10.1590/S0100-55022012000500010
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