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Title: Benefícios e riscos da prática de atividade física recreativa e/ou esportiva por pessoas com epilepsia
Other Titles: Benefits and risks of the practice of leisure and/or sportive physical activity by people with epilepsy
Authors: Vancini, Rodrigo Luiz [UNIFESP]
Lira, Claudio Andre Barbosa de [UNIFESP]
Scorza, Fulvio Alexandre [UNIFESP]
Arida, Ricardo Mario [UNIFESP]
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Keywords: Epilepsy
Epileptic seizure
Exercise
Sport
Epilepsia
Crise epiléptica
Exercício
Esporte
Issue Date: 1-Jun-2011
Publisher: Pontifícia Universidade Católica do Paraná
Citation: Fisioterapia em Movimento. Pontifícia Universidade Católica do Paraná, v. 24, n. 2, p. 347-355, 2011.
Abstract: Epilepsy is the most common chronic neurological disorder in the world. Pharmacological treatment is essential in the majority of cases. However, nonpharmacologic therapies such as regular physical activity have been studied in the treatment of epilepsy. It was well established that the regular physical activity provides benefits on physical fitness and health. However, people with epilepsy are often discouraged from participating in physical activity programs. This reluctance derived from overprotection of health's professionals and relatives, because there are fears that the practice of physical activity may predispose individuals to traumatic injury or that fatigue resulting from physical effort can precipitate a seizure. Growing evidence shows that regular physical activity is beneficial for individuals with epilepsy, with few findings showing an increase in seizure frequency or risk of injury when the disease is pharmacologically controlled. Therefore, the purpose of this review is to present the possible risks and benefits of regular physical activity for people with epilepsy.
A epilepsia é o distúrbio neurológico crônico mais comum no mundo. O tratamento farmacológico é essencial na maioria dos casos. Entretanto, terapias não farmacológicas, como a prática de atividade física regular, vêm sendo estudadas para o tratamento complementar desse distúrbio. Já está bem estabelecido que programas de atividade física promovem benefícios sobre a aptidão física e a saúde. Contudo, pessoas com epilepsia frequentemente são desencorajadas a participar desses programas. Essa relutância origina-se da proteção excessiva dos profissionais da saúde e familiares, pois existe o receio que a prática de atividade física possa predispor os indivíduos a lesões traumáticas ou que a fadiga resultante do esforço físico possa precipitar uma nova crise epiléptica. Evidências crescentes mostram que a prática de atividade física é benéfica para pessoas com epilepsia, havendo poucos achados mostrando o aumento da frequência de crises ou do risco de lesão quando a doença está farmacologicamente controlada. Portanto, o objetivo da presente revisão é apresentar os possíveis riscos e benefícios da prática de atividade física por pessoas com epilepsia.
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/6527
ISSN: 0103-5150
Other Identifiers: http://dx.doi.org/10.1590/S0103-51502011000200016
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