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dc.contributor.authorVieira, Anna Luiza P. [UNIFESP]
dc.contributor.authorDos Santos, Amelia Miyashiro [UNIFESP]
dc.contributor.authorOkuyama, Mariana Kobayashi [UNIFESP]
dc.contributor.authorMiyoshi, Milton Harumi [UNIFESP]
dc.contributor.authorAlmeida, Maria Fernanda Branco de [UNIFESP]
dc.contributor.authorGuinsburg, Ruth [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-06-14T13:43:00Z
dc.date.available2015-06-14T13:43:00Z
dc.date.issued2011-03-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S0103-05822011000100003
dc.identifier.citationRevista Paulista de Pediatria. Sociedade de Pediatria de São Paulo, v. 29, n. 1, p. 13-20, 2011.
dc.identifier.issn0103-0582
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/6385
dc.description.abstractOBJECTIVE: To determine frequency and factors associated with hypothermia during intra-hospital transports of patients assisted in a neonatal intensive care unit (NICU). METHODS: Cross-sectional study nested in a prospective cohort of infants submitted to intra-hospital transports performed by a trained team from January 1997 to December 2008 at a NICU of a public university hospital. Transports of patients aged more than one year and/or with weight higher than 10kg were excluded. Factors associated with hypothermia during intra-hospital transports were studied by logistic regression analysis. RESULTS: Among the 1,197 transports performed during the studied period, 1,191 (99.5%) met the inclusion criteria. The 640 transported infants had mean gestational age of 35.0±3.8 weeks and birth weight of 2341±888g. They presented the following underline diseases: single or multiple malformations (71.0%), infections (7.7%), peri/intraventricular hemorrhage (5.5%), respiratory distress (4.0%) and others (11.1%). Patients were transported for surgical procedures (22.6%), magnetic resonance (10.6%), tomography imaging (20.9%), contrasted exams (18.2%), and others (27.7%). Hypothermia occurred in 182 (15.3%) transports and was associated with (OR; 95%CI): weight at transport <1000g (3.7; 1.4-9.9), weight at transport 1000-2500g (1.5; 1.0-2.2), pre-transport axillary temperature <36.5°C (2.0; 1.4-2.9), central nervous system malformation (2.8; 1.8-4.4); use of supplemental oxygen (1.6; 1.0-2.5); mechanical ventilation prior to transport (2.5; 1.5-4.0); transport for surgeries (1.7; 1.0-2.7) and the years 2001, 2003 and 2006 (protection factors). CONCLUSIONS: Intra-hospital transports presented increased risk for hypothermia, showing that this kind of transport should be done by skilled teams with adequate equipment.en
dc.description.abstractOBJETIVO: Determinar la frecuencia y los factores asociados a la ocurrencia de hipotermia en transportes intrahospitalarios de pacientes internados en una unidad neonatal de cuidados intensivos. MÉTODO: Estudio transversal anidado en una cohorte prospectiva de niños sometidos a transportes intrahospitalarios realizados por un equipo entrenado de ene/1997 a dic/2008 en la unidad de cuidados intensivos de un hospital público universitario. Se excluyeron los transportes de pacientes con más de un año de edad y con peso en la fecha del transporte superior a 10kg. Los factores asociados a la hipotermia durante el transporte fueron estudiados por regresión logística. RESULTADOS: De los 1197 transportes realizados en el periodo de estudio, 1191 (99,5%) atendieron a los criterios de inclusión. Las enfermedades de base de los 640 niños estudiados (edad gestacional: 35,0±3,8sem; peso al nacer: 2341±888g) fueron: malformaciones únicas o múltiples (71%), infecciones (7,7%), hemorragia peri/intraventricular (5,5%), angustia respiratoria (4,0%) y otros (11,8%). Los pacientes fueron transportados para realización de cirugías (22,6%), resonancia magnética (10,6%), tomografía (20,9%), exámenes contrastados (18,2%) y otros procedimientos (27,7%). La hipotermia ocurrió en 182 (15,3%) transportes y se asoció al (OR; IC95%): peso al transporte <1000g (3,7; 1,4-9,9); peso al transporte 1000-2500g (1,5; 1,0-2,2); temperatura axilar pre-transporte <36,5º C (2,0; 1,4-2,9); presencia de malformaciones del sistema nervioso (2,8; 1,8-4,4); uso de oxígeno inhalatorio (1,6; 1,0-2,5); ventilación mecánica antes del transporte (2,5; 1,5-4,0); cirugías (1,7; 1,0-2,7) y años de 2001, 2003 y 2006 (protectores). CONCLUSIONES: Los transportes intrahospitalarios presentan elevado riesgo de hipotermia, mostrando que deben ser realizados por personas habilitadas y con equipos adecuados.es
dc.description.abstractOBJETIVO: Determinar a frequência e os fatores associados à ocorrência de hipotermia em transportes intra-hospitalares de pacientes internados em uma unidade neonatal de cuidados intensivos. MÉTODOS: Estudo transversal aninhado em uma coorte prospectiva de crianças submetidas a transportes intra-hospitalares realizados por uma equipe treinada de janeiro de 1997 a dezembro de 2008 na unidade de cuidados intensivos de um hospital público universitário. Foram excluídos os transportes de pacientes com mais de um ano e/ou com peso na data do transporte superior a 10kg. Os fatores associados à hipotermia durante o transporte foram estudados por regressão logística. RESULTADOS: Dos 1.197 transportes realizados no período do estudo, 1.191 (99,5%) atenderam aos critérios de inclusão. As doenças de base das 640 crianças estudadas (idade gestacional: 35,0±3,8 semanas; peso ao nascer: 2341±888g) foram: malformações únicas ou múltiplas (71,0%), infecções (7,7%), hemorragia peri/intraventricular (5,5%), desconforto respiratório (4,0%) e outros (11,8%). Os pacientes foram transportados para realização de cirurgias (22,6%), ressonância magnética (10,6%), tomografia (20,9%), exames contrastados (18,2%) e outros procedimentos (27,7%). A hipotermia ocorreu em 182 (15,3%) transportes e se associou ao (OR; IC95%): peso ao transporte <1000g (3,7; 1,4-9,9); peso ao transporte 1000-2500g (1,5; 1,0-2,2); temperatura axilar pré-transporte <36,5°C (2,0; 1,4-2,9); presença de malformações do sistema nervoso (2,8; 1,8-4,4); uso de oxigênio inalatório (1,6; 1,0-2,5); ventilação mecânica antes do transporte (2,5; 1,5-4,0); cirurgias (1,7; 1,0-2,7) e anos de 2001, 2003 e 2006 (protetores). CONCLUSÕES: Os transportes intra-hospitalares apresentaram risco elevado de hipotermia, mostrando que devem ser realizados por equipe habilitada e com equipamentos adequados.pt
dc.format.extent13-20
dc.language.isopor
dc.publisherSociedade de Pediatria de São Paulo
dc.relation.ispartofRevista Paulista de Pediatria
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjecttransportation of patientsen
dc.subjectnewborn infanten
dc.subjectrisk factorsen
dc.subjecthypothermiaen
dc.subjecttransporte de pacientespt
dc.subjectrecém-nascidopt
dc.subjectfatores de riscopt
dc.subjecthipotermiapt
dc.titleFatores associados à hipotermia durante o transporte intra-hospitalar em pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva Neonatalpt
dc.title.alternativeFactors associated with hypothermia during intra-hospital transport in patients assisted in a Neonatal Intensive Care Uniten
dc.title.alternativePequeño para la edad gestacional: repercusión en las habilidades motoras finases
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliationUNIFESP Neonatologista Assistente da Disciplina de Pediatria
dc.description.affiliationUNIFESP Departamento de Pediatria
dc.description.affiliationUNIFESP
dc.description.affiliationUnifespUNIFESP, Neonatologista Assistente da Disciplina de Pediatria
dc.description.affiliationUnifespUNIFESP, Depto. de Pediatria
dc.description.affiliationUnifespUNIFESP
dc.identifier.fileS0103-05822011000100003.pdf
dc.identifier.scieloS0103-05822011000100003
dc.identifier.doi10.1590/S0103-05822011000100003
dc.description.sourceSciELO
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