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dc.contributor.authorSarni, Roseli Oselka Saccardo [UNIFESP]
dc.contributor.authorSouza, Fabíola Isabel Suano de [UNIFESP]
dc.contributor.authorBattistini, Tânia Regina Beraldo
dc.contributor.authorPitta, Tassiana Sacchi
dc.contributor.authorFernandes, Ana Paula
dc.contributor.authorTardini, Priscila Chemiotti
dc.contributor.authorFonseca, Fernando Luiz Affonso [UNIFESP]
dc.contributor.authorSantos, Valter Pinho dos [UNIFESP]
dc.contributor.authorLopez, Fábio Ancona [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-06-14T13:41:05Z
dc.date.available2015-06-14T13:41:05Z
dc.date.issued2009-08-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.2223/JPED.1910
dc.identifier.citationJornal de Pediatria. Sociedade Brasileira de Pediatria, v. 85, n. 4, p. 329-334, 2009.
dc.identifier.issn0021-7557
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/5183
dc.description.abstractOBJECTIVE: To evaluate the presence of clinical lipodystrophy in children with the acquired immunodeficiency syndrome and to relate it to the antiretroviral regimen employed, to changes in lipid profile and to insulin resistance. METHODS: This was a cross-sectional study that evaluated 30 children and adolescents (median age = 9.1 years) with the acquired immunodeficiency syndrome during 2004 and 2005. The following clinical and laboratory evaluations were performed: classification of HIV infection, anthropometric measurements (weight and height), serum glycemia, serum insulin and lipid profile (LDL-c, HDL-c, triglycerides). Lipodystrophy was diagnosed using clinical parameters. The chi-square test was used for statistical analysis. RESULTS: All of the patients were taking antiretroviral therapy regularly (median duration of 28.4 months); 80% were on three drugs in combination (highly active therapy) and 30% were on protease inhibitors. Lipodystrophy and dyslipidemia were observed in 53.3 and 60% of the patients, respectively. Children on a highly active therapy regimen with protease inhibitors exhibited a higher percentage of mixed lipodystrophy; the difference between these children and the group on highly active therapy without protease inhibitors and the group not on a highly active therapy was statistically significant (44.4 vs. 16.7%; p = 0.004). There was no statistically significant association between the presence of lipodystrophy and sex, age (> 10 years), changes to the lipid profile or insulin resistance. CONCLUSIONS: The elevated prevalence of dyslipidemia and lipodystrophy observed among children with acquired immunodeficiency syndrome, which exhibited a relationship with the antiretroviral regimen employed, may represent an increased risk for future complications, in particular cardiovascular problems.en
dc.description.abstractOBJETIVO: Avaliar a presença de lipodistrofia clínica em crianças com síndrome da imunodeficiência adquirida e relacioná-la com o esquema antirretroviral utilizado, alterações do perfil lipídico e resistência insulínica. MÉTODOS: Por meio de estudo transversal, foram avaliadas 30 crianças e adolescentes (mediana de idade = 9,1 anos) com síndrome da imunodeficiência adquirida, no período entre 2004 e 2005. As avaliações clínico-laboratoriais incluíram: classificação da infecção pelo HIV, medidas antropométricas (peso e estatura), glicemia e insulina séricas e perfil lipídico (LDL-c, HDL-c, triglicérides). A lipodistrofia foi definida por parâmetros clínicos. O teste do qui-quadrado foi utilizado na análise estatística. RESULTADOS: Todos os pacientes recebiam terapia antirretroviral regularmente (mediana de tempo de uso = 28,4 meses), 80% utilizavam três drogas em associação (terapia fortemente ativa) e 30% usavam inibidores de protease. Lipodistrofia e dislipidemia foram observadas em 53,3 e 60% dos pacientes, respectivamente. Crianças que utilizavam terapia fortemente ativa com inibidor de protease apresentaram maior percentual de lipodistrofia mista, com diferença estatisticamente significante em relação ao grupo com terapia fortemente ativa sem inibidor de protease e ao grupo sem terapia fortemente ativa (44,4 versus 16,7%; p = 0,004). Não se observou diferença estatisticamente significante entre presença de lipodistrofia e gênero, idade (> 10 anos), alterações do perfil lipídico e resistência insulínica. CONCLUSÕES: A elevada prevalência de dislipidemia e lipodistrofia verificada nas crianças com síndrome da imunodeficiência adquirida, mostrando relação com o esquema antirretroviral empregado, pode significar um risco elevado para o desenvolvimento futuro de complicações, especialmente as cardiovasculares.pt
dc.format.extent329-334
dc.language.isopor
dc.publisherSociedade Brasileira de Pediatria
dc.relation.ispartofJornal de Pediatria
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectAcquired immunodeficiency syndromeen
dc.subjectlipodystrophyen
dc.subjectdyslipidemiasen
dc.subjectpediatricsen
dc.subjectantiretroviral agentsen
dc.subjectSíndrome da imunodeficiência adquiridapt
dc.subjectlipodistrofiapt
dc.subjectdislipidemiaspt
dc.subjectpediatriapt
dc.subjectagentes antirretroviraispt
dc.titleLipodistrofia em crianças e adolescentes com síndrome da imunodeficiência adquirida e sua relação com a terapia antirretroviral empregadapt
dc.title.alternativeLipodystrophy in children and adolescents with acquired immunodeficiency syndrome and its relationship with the antiretroviral therapy employeden
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionFaculdade de Medicina do ABC Departamento de Pediatria Serviço de Nutrologia
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.contributor.institutionFMABC Departamento de Pediatria Serviço de Nutrologia
dc.contributor.institutionFMABC Serviço de Nutrologia, Departamento de Pediatria
dc.contributor.institutionFMABC
dc.contributor.institutionUniversidade de São Paulo (USP)
dc.contributor.institutionFMABC Departamento de Pediatria
dc.description.affiliationFaculdade de Medicina do ABC Departamento de Pediatria Serviço de Nutrologia
dc.description.affiliationUNIFESP-EPM
dc.description.affiliationFMABC Departamento de Pediatria Serviço de Nutrologia
dc.description.affiliationFMABC Serviço de Nutrologia, Departamento de Pediatria
dc.description.affiliationFMABC
dc.description.affiliationUniversidade de São Paulo
dc.description.affiliationFMABC Departamento de Pediatria
dc.description.affiliationUNIFESP-EPM Departamento de Pediatria
dc.description.affiliationUnifespUNIFESP, EPM, Depto. de Pediatria
dc.identifier.fileS0021-75572009000400010.pdf
dc.identifier.scieloS0021-75572009000400010
dc.identifier.doi10.2223/JPED.1910
dc.description.sourceSciELO
dc.identifier.wosWOS:000269725200010
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