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Title: Benign paroxysmal positional vertigo recurrence and persistence
Other Titles: Recorrência e persistência da vertigem posicional paroxística benigna
Authors: Dorigueto, Ricardo Schaffeln [UNIFESP]
Mazzetti, Karen R
Gabilan, Yeda Pereira Lima [UNIFESP]
Ganança, Fernando Freitas [UNIFESP]
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Universidade de São Paulo (USP)
UNICID
UNIBAN Program in Vestibular Rehabilitation and Social Inclusion
Keywords: vestibular diseases
pathologic nystagmus
rehabilitation
vertigo
doenças vestibulares
nistagmo patológico
reabilitação
vertigem
Issue Date: 1-Aug-2009
Publisher: Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cervicofacial
Citation: Brazilian Journal of Otorhinolaryngology. Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cervicofacial, v. 75, n. 4, p. 565-572, 2009.
Abstract: Benign paroxysmal positional vertigo (BPPV) is one of the most common vestibular disorders. AIM: To study the recurrence and persistence of BPPV in patients treated with canalith repositioning maneuvers (CRM) during the period of one year. STUDY DESIGN: longitudinal contemporary cohort series. MATERIALS AND METHODS: One hundred patients with BPPV were followed up during 12 months after a treatment with CRM. Patients were classified according to disease evolution. Aquatic physiotherapy for vestibular rehabilitation (APVR) protocol was applied in cases of persistent BPPV. RESULTS: After CRM, 96% of the patients were free from BPPV's typical nystagmus and dizziness. During the follow up period of 1 year, 26 patients returned with typical BPPV nystagmus and vertigo. Nystagmus and vertigo were persistent in 4% of the patients. Persistent BPPV presented improvement when submitted to APVR. Conclusion: During the period of one year, BPPV was not recurrent in 70% of the patients, recurrent in 26% and persistent in 4%.
A vertigem posicional paroxística benigna (VPPB) é das vestibulopatias mais comuns. OBJETIVO: Verificar a recorrência e a persistência da VPPB no período de um ano em pacientes que foram tratados com manobras de reposicionamento de estatocônios (MRE). FORMA DE ESTUDO: coorte contemporânea longitudinal. MATERIAL E MÉTODO: Cem pacientes com VPPB foram acompanhados durante 12 meses após o tratamento com MRE. Os pacientes foram classificados de acordo com a evolução da doença no período de um ano. O protocolo de fisioterapia aquática para reabilitação vestibular (FARV) foi aplicado nos pacientes com VPPB persistente. RESULTADOS: Após as MRE, 96% dos pacientes aboliram o nistagmo e a vertigem de posicionamento. Destes pacientes, 26 apresentaram recorrência da VPPB, no período de um ano. Em 4% dos pacientes, a VPPB foi persistente. Os pacientes com VPPB persistente apresentaram melhora clínica após a realização da FARV. CONCLUSÃO: No período de um ano, a VPPB foi não recorrente em 70% dos pacientes, recorrente em 26% e persistente em 4%.
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/5151
ISSN: 1808-8694
Other Identifiers: http://dx.doi.org/10.1590/S1808-86942009000400016
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