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dc.contributor.authorPenido, Norma de Oliveira [UNIFESP]
dc.contributor.authorTangerina, Rodrigo P.
dc.contributor.authorKosugi, Eduardo Macoto [UNIFESP]
dc.contributor.authorAbreu, Carlos Eduardo Cesário de
dc.contributor.authorVasco, Matheus Brandão
dc.date.accessioned2015-06-14T13:37:15Z
dc.date.available2015-06-14T13:37:15Z
dc.date.issued2007-12-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S0034-72992007000600024
dc.identifier.citationRevista Brasileira de Otorrinolaringologia. ABORL-CCF Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial, v. 73, n. 6, p. 867-871, 2007.
dc.identifier.issn0034-7299
dc.identifier.urihttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/4063
dc.description.abstractThe natural history of Vestibular Schwannomas (VS) is yet not totally known, but most of them have the tendency to slow growth, sometimes without any kind of symptoms during the individual s entire time. About 69% of diagnosed VS do not grow at all and 16% of these can even regress. Considering tumors that grow, about 70% have grown less than 2mm an year. Advanced radiological diagnosis, especially magnetic resonance imaging with gadolinium helps us diagnose small and less symptomatic tumors. Treatment of choice still is complete tumor resection. Surgical approaches have improved considerably and have helped preserve facial nerve function and hearing. Considering VS s natural history, there is a possibility for conservative treatment for these tumors, because their growth in the first year after diagnosis predicts tumor growth behavior in the next years. Surgery should be done in cases of tumor growth, patient s desire or symptoms worsening. Moreover, in terms of postoperative sequelae, there is no difference between patients who underwent surgery immediately after diagnosis and those who underwent initial conservative treatment for these tumors.en
dc.description.abstractA história natural dos schwannomas vestibulares ainda não está totalmente elucidada, mas sua maioria tende a apresentar crescimento lento, muitos permanecendo sem sintomas durante toda a vida do paciente. Cerca de 69% deste tipo de tumor diagnosticados não apresentam crescimento e, destes, 16% chegam a apresentar regressão tumoral. Considerando os tumores que apresentam crescimento, cerca de 70% crescem menos de 2 mm ao ano. O avanço nos métodos de diagnóstico por imagem, particularmente à ressonância magnética com contraste de gadolínio, permite o diagnóstico cada vez mais de lesões com sintomas mínimos e tamanhos menores. O tratamento de escolha para estes tumores ainda é a ressecção completa do tumor. As técnicas cirúrgicas apresentaram grande avanço nas últimas décadas, o que possibilitou diminuição da mortalidade. Assim, a cirurgia, que antes tinha como objetivo apenas a ressecção completa do tumor, agora visa também à preservação da audição e da função do nervo facial. Considerações finais: Considerando-se sua história natural, abre-se a possibilidade de uma conduta conservadora já que o ritmo de crescimento no primeiro ano após o diagnóstico prediz o comportamento do tumor nos próximos anos. A conduta conservadora não implica em repúdio à cirurgia, devendo ser utilizada em casos de aumento tumoral, piora dos sintomas ou desejo do paciente. Além disso, em relatos de literatura não há diferença estatisticamente significante entre os pacientes submetidos à cirurgia logo após o diagnóstico ou após conduta conservadora inicial, no que diz respeito às seqüelas pós-operatórias.pt
dc.format.extent867-871
dc.language.isopor
dc.publisherABORL-CCF Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Otorrinolaringologia
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectacoustic neuromasen
dc.subjectvestibular schwannomaen
dc.subjecttreatmenten
dc.subjectneurinoma do acústicopt
dc.subjectschwannoma vestibularpt
dc.subjecttratamentopt
dc.titleSchwannoma vestibular: involução tumoral espontâneapt
dc.title.alternativeVestibular Schwannoma: spontaneous tumor involutionen
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliationEpm UNIFESP
dc.description.affiliationEPM UNIFESP
dc.description.affiliationUnifespUNIFESP, EPM
dc.identifier.fileS0034-72992007000600024.pdf
dc.identifier.scieloS0034-72992007000600024
dc.identifier.doi10.1590/S0034-72992007000600024
dc.description.sourceSciELO
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