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Title: Crossed testicular ectopia
Authors: Esteves, Edward [UNIFESP]
Pinus, Jaques [UNIFESP]
Maranhão, Renato Frota de Albuquerque [UNIFESP]
Abib, Simone de Campos Vieira [UNIFESP]
Pinus, José [UNIFESP]
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Keywords: Cryptorchidism
Ectopic testis
Orchiopexy
Testicular ectopia
Issue Date: 1-Aug-1995
Publisher: Associação Paulista de Medicina - APM
Citation: São Paulo Medical Journal. Associação Paulista de Medicina - APM, v. 113, n. 4, p. 935-940, 1995.
Abstract: Crossed testicular ectopia (CTE) is a rare anomaly, characterized by migration of one testis towards the opposite inguinal canal. Presented here is a case of crossed ectopia of the right testis, treated by extraperitoneal transposition of the gonad and right orchiopexy. Embriology and surgical findings suggest that CTE is a common consequence of many unclear ethiologic factors, specially mechanical ones, and can be associated with Muller duct persistence. Review of literature suggests a classification of CTE into 3 types: I - associated with inguinal hernia alone; II - associated with persistent mullerian remnants; III - associated with other anomalies without mullerian remnants. Treatment includes transeptal orchiopexy or extraperitoneal transposition of the testis, research for mullerian remnants and other anomalies, and long term postoperative follow-up, due to the risk of becoming malignant.
INTRODUÇÃO: A ectopia testicular cruzada (ETC) é uma anomalia rara, caracterizada pela descida de um testítulo no canal inguinal do lado oposto. Apresentamos um caso de ectopia cruzada do testículo direito, tratado por transposição extraperitoneal da gônada e orquipexia direita. CONCLUSÃO: Os conhecimentos embriológicos e os achados cirúrgicos sugerem que a ETC seja uma conseqüência comum de vários fatores etiológicos, sobretudo fatores mecânicos, e pode causar persistência do ducto de Müller. Após extensa revisão da literatura,sugerimos uma classificação da ETC em 3 tipos: 1 - associada somente à hérnia inguinal; II associada a remanescentes mullerianos; III - associada a outras anomalias, sem remanescentes mullerianos. O tratamento inclui orquipexia trans-septal ou transposição trans-abdominal do testículo, pesquisa de remanescentes mullerianos e outras anomalias, e seguimento pós-operatório a longo prazo, devido a risco de malignização.
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/386
ISSN: 1516-3180
Other Identifiers: http://dx.doi.org/10.1590/S1516-31801995000400003
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