Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/2970
Title: Tradução e adaptação cultural da Seizure Severity Questionnaire: resultados preliminares
Other Titles: Translation and cross-cultural adaptation of the Seizure Severity Questionnaire: first results
Authors: Silva, Tatiana Indelicato da [UNIFESP]
Alonso, Neide Barreira [UNIFESP]
Azevedo, Auro Mauro [UNIFESP]
Westphal-Guitti, Ana Carolina [UNIFESP]
Migliorini, Rosa Cristina Vaz Pedroso [UNIFESP]
Marques, Carolina Mattos [UNIFESP]
Caboclo, Luís Otávio Sales Ferreira [UNIFESP]
Sakamoto, Américo Ceiki [UNIFESP]
Yacubian, Elza Márcia Targas [UNIFESP]
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Keywords: Seizure Severity Questionnaire (SSQ)
Nottingham Health Profile
quality of life
epilepsy
seizure frequency
Escala de Gravidade de Crises
Nottingham Health Profile (NHP)
qualidade de vida (QV)
epilepsia do lobo temporal
freqüência de crises
Issue Date: 1-Mar-2006
Publisher: Liga Brasileira de Epilepsia (LBE)
Citation: Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology. Liga Brasileira de Epilepsia (LBE), v. 12, n. 1, p. 41-47, 2006.
Abstract: INTRODUCTION: Seizure severity and seizure frequency reduction are the goals in the treatment of epilepsy. Up to the present, there are no validated instruments or studies emphasizing initial reliability and validity of questionnaires to measure seizure severity into Brazilian Portuguese. PURPOSE: This report describes the translation and cross-cultural adaptation of the Seizure Severity Questionnaire (SSQ), an instrument to evaluate seizure frequency and severity. CASUISTIC AND METHODS: The author conceded the original English version to Portuguese translation. Later, two independent native English-speaking teachers fluent in Portuguese translated this consensus version back into English. Comparison of the back-translation with the original English version showed only a few discrepancies, and the English and Portuguese versions were considered conceptually equivalent. Thirty patients regularly treated with temporal lobe epilepsy related to mesial temporal sclerosis answered the questionnaire. RESULTS: Twenty-two adult patients (73%) were male and mean age 37. Ten (33%) reported only auras and 18 Movements or attitudes during the seizures. Two presented Loss of consciousness. For 13 (43%) there was a long time to recuperate after the event. 12 reported Emotional effects and all patients had Body effects. The majority of patients, 28 (94%) considered their seizures extremely severe and for 23 (77%) the recuperation period was the most bother symptom. The association of seizure frequency and Nottingham Health Profile showed statistical significance for the domains: Emotional well-being (p = 0.046), Pain (p = 0.015) and Sleep (p = 0.003). CONCLUSION: This study explored the cultural adaptation of SSQ and its first results. We also assessed the correlation between seizure frequency and quality of life impact. The instrument SSQ could help to understand the seizure concern in the view of the patient.
INTRODUÇÃO: O tratamento medicamentoso tem como meta principal a redução da freqüência de crises ou seu controle completo. No Brasil não dispomos de informação sobre tradução, adaptação cultural e validação de escalas que medem a gravidade de crises. OBJETIVO: Tradução e adaptação cultural da Escala de Gravidade de Crises (EGC) (Seizure Severity Questionnaire) com objetivo de avaliar o impacto da freqüência de crises. CASUÍSTICA E METODOLOGIA: A autora da escala concedeu a versão original em inglês para a tradução. Dois professores de inglês nativos realizaram a retrotradução. As versões em português e a retrotraduzida foram comparadas à original e após consenso foi obtida a versão final. Trinta pacientes em tratamento regular com diagnóstico de epilepsia do lobo temporal relacionada a esclerose mesial temporal responderam ao questionário. RESULTADOS: Vinte e dois pacientes (73%) eram do sexo masculino, com média de idade de 37 anos. Na Escala de Gravidade de Crises, 10 (33%) tiveram apenas auras; 18 (62%) apresentaram Movimentos ou atitudes durante a crise. Dois (6%) apresentaram Perda dos sentidos, 13 (43%) revelaram demora na recuperação após a crise com Efeitos mentais e corpóreos e 12 (40%) tiveram Efeitos emocionais. Vinte e oito (94%) responderam terem sido as crises extremamente graves e para 23 (77%) a recuperação após as crises foi o que mais incomodou. Observou-se uma correlação estatisticamente significante entre a freqüência de crises e os domínios do Nottingham Health Profile: Reações Emocionais (p = 0,046), Dor (p = 0,015) e Alterações do sono (p = 0,003). CONCLUSÃO: Foi realizada a adaptação cultural da EGC, avaliando seus resultados preliminares, e a relação entre freqüência de crises e QV. O impacto das crises tradicionalmente estudado em termos da freqüência e tipo de evento pode ser melhor compreendido se analisado sob a ótica do paciente.
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/2970
ISSN: 1676-2649
Other Identifiers: http://dx.doi.org/10.1590/S1676-26492006000100009
Appears in Collections:Em verificação - Geral

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
S1676-26492006000100009.pdf186.67 kBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.