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Title: Função dos músculos do assoalho pélvico no terceiro trimestre de gravidez
Other Titles: Pelvic floor muscles function in the third trimester of pregnancy: extensibility and muscle strength
Authors: Nakamura, Mary Uchiyama [UNIFESP]
Petricelli, Carla Dellabarba [UNIFESP]
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Keywords: Diafragma da Pelve
Força Muscular
Elasticidade
Gravidez
Modalidades de Fisioterapia
Issue Date: 2013
Publisher: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Citation: PETRICELLI, Carla Dellabarba. Função dos músculos do assoalho pélvico no terceiro trimestre de gravidez: extensibilidade e força muscular. 2013. 112 f. Dissertação (Mestrado em Ciências) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. São Paulo, 2013.
Abstract: Objetivo: Comparar a funcao dos MAP entre nuliparas e multiparas, no terceiro trimestre de gravidez, analisando a relacao entre atividade eletrica (EMGs), palpacao vaginal (Escala Oxford odificada - EOM) e extensibilidade perineal (Epi-no®), alem de avaliar os fatores de risco (IMC, IUE, tosse seca, constipacao e peso estimado do concepto). Paciente e Metodos: Estudo transversal e observacional com amostra consecutiva de 60 mulheres higidas (30 nuliparas e 30 multiparas), feto unico, IG entre a 35ª a 40ª semana. Foram excluidas as pacientes com indicacao de cesarea eletiva ou com ausencia de contracao dos MAP durante o exame fisico. Paciente posicionada em litotomia realizou-se a avaliacao da atividade eletrica dos MAP atraves da EMGs que captou o sinal mioeletrico do terco externo no conduto vaginal. Em seguida, verificou-se a forca muscular atraves EOM, graduando a contracao muscular de 0 a 5. E por ultimo, o Epi-no® foi posicionado na vagina,sendo inflado ate o maximo de desconforto reportado pela paciente. Para correlacionar os tres metodos de avaliacao foram usados os testes estatisticos Correlacao de Pearson e Kruskall-Wallis, para as variaveis IMC, IU gestacional, constipacao, atividade fisica e tosse cronica foram utilizadas os testes Mann-Whitney, Qui-quadrado e Fisher com nivel alfa de 0,05. Resultados: Encontramos uma relacao positiva entre os valoresmedianos da EMGs e EOM (escore 1=31,31&#956;V; escore 2=37,09&#956;V; escore 3=49,98&#956;V p=0,008) e ausencia de correlacao entre os valores da EMGs com a extensibilidade perineal (r= -0,193 p=0,140) e da escala Oxford com o Epi-no® (escore 1=18,50, escore 2=18,75 e escore 3=18,75 p=0,785). Quanto aos fatores de risco, encontramos diferencas entre os grupos no IMC (N: 27,06 vs. M: 31,79 p<0,001), e nao nas demais variaveis (tosse cronica M: 10% vs. N: 20% p=0,471; constipacao M: 13,3% vs. N: 26,6% p=0,197; IUG M: 63,3% vs. N: 50% p=0,297) e atividade fisica M: 16,6% vs. N: 30% p= 0,222). Conclusao: A nuliparas apresentaram maior atividade eletrica e forca muscular, e menor extesnibilidade perineal comparada as multiparas. A correlacao entre os metodos evidenciou que a extensibilidade e uma variavel independente da forca muscular e atividade eletrica. Quanto aos fatores de risco, apenas o IMC foi significante entre nuliparas e multiparas
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/23079
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