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Title: Monitorização domiciliar para diagnóstico da Síndrome da apneia obstrutiva do sono.
Other Titles: Home sleep testing for Obstructive Sleep Apnea Syndrome: an accuracy study
Authors: Prado, Gilmar Fernandes do [UNIFESP]
Zancanella, Edilson [UNIFESP]
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Keywords: Humanos
Polissonografia
Monitorização Ambulatorial
Issue Date: 2013
Publisher: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Citation: São Paulo: [s.n.], 2013. 98 p.
Abstract: Introdução: A Sindrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) e prevalente e necessita exames complementares para o diagnostico e avaliacao da gravidade. A Monitorizacao Portatil do Sono pode ser realizada na casa do paciente e custa menos que a polissonografia convencional. OBJETIVO: Comparar a monitorizacao assistida no laboratorio com a nao assistida domiciliar utilizando o mesmo equipamento. MATERIAL E METODOS: Quarenta pacientes com alta probabilidade de apresentarem SAOS foram submetidos a 02 monitorizacoes do sono em dias consecutivos com a seguinte montagem: 02 canais de eletroencefalografia (EEG), eletromiograma (EMG), eletro-oculograma (EOG), canula nasal e esforco respiratorio com cintas pletismograficas no torax e abdome, posicao corporal, frequencia cardiaca e oximetria. Metade dos pacientes foi randomizada para comecar na residencia (exame nao assistido) e a outra metade no laboratorio (exame assistido), usando o equipamento Embletta X100®. As principais variaveis do sono, o IAH, a preferencia pelo local de exame e os custos foram comparados. A analise dos exames foi realizada por observador cego ao procedimento. RESULTADOS: Dos 40 pacientes incluidos, em 06 pacientes houve perda dos dados. Dentre os 34 pacientes, 24 eram homens e 10 mulheres com idade media de 40,6 anos, IMC medio 28,02Kg/m2, Escala de Sonolencia de Epworth media de 10,2. Catorze pacientes (09 homens e 05 mulheres) comecaram o exame em casa e 20 no laboratorio (15 homens e 05 mulheres). A efiCiência do sono media foi 77,8% em casa e no laboratorio 80,4%. A comparacao quanto a distribuicao das fases nao demonstrou diferenca significante. Para os eventos respiratorios, o Coeficiente de Correlacao foi 0,89. Adotando-se o IAH com corte em 15 eventos/hora, observamos as seguintes proporcoes de concordancia: 1) Com o IAH ≤ 15 eventos/hora: foram 20 em casa e 24 no laboratorio; 2) Com IAH ≥ 15/hora, 12 em casa e 10 no laboratorio. Quando nao houve concordancia, a diferenca media no IAH foi de 11,5%. A sensibilidade e especificidade da monitorizacao domiciliar comparada a laboratorial foi 0,80 e 0,83 respectivamente. A saturacao da oxi-hemoglobina nao diferiu entre os grupos. O exame domiciliar foi a preferencia de 90 % dos pacientes. A monitorizacao domiciliar teve custo 25,1% menor que a laboratorial. CONCLUSAO: A monitorizacao portatil do sono assistida em laboratorio, em pacientes com chance de apresentar SAOS, apresenta excelente correlacao com a monitorizacao nao assistida domiciliar. A alta sensibilidade e especificidade e o menor custo do exame domiciliar sugerem que a utilizacao deste procedimento seja util na abordagem da SAOS, uma doenca de alta prevalencia e graves consequencias a Saúde
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/22862
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