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Title: Mortalidade até 24, 48 e 168 horas após o nascimento de prematuros de muito baixo peso nas capitais de estados da Região Nordeste do Brasil: um estudo de coorte prospectivo e multicêntrico
Other Titles: Deaths up to 24, 48 and 168 hours after birth in very low birth weight preterm infants in the state capitals of Northeast Brazil: a prospective cohort multicenter study
Authors: Guinsburg, Ruth [UNIFESP]
Castro, Eveline Campos Monteiro de [UNIFESP]
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Keywords: Humanos
Prematuro
Recém-Nascido de Baixo Peso
Mortalidade Infantil
Mortalidade Neonatal Precoce
Unidades de Terapia Intensiva Neonatal
Issue Date: 2013
Publisher: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Citation: São Paulo: [s.n.], 2013. 110 p.
Abstract: Objetivo Avaliar os fatores associados ao obito neonatal precoce de prematuros de muito baixo peso, nas capitais da regiao Nordeste, com 24, 48 e 168 horas apos o nascimento. Metodos Coorte prospectiva de base hospitalar de todos os nascidos com idade gestacional de 230/7-316/7 semanas e peso ao nascer de 500-1499g sem malformacoes, admitidos nas unidades de terapia intensiva de 19 maternidades publicas nas capitais da Regiao Nordeste, entre julho-dezembro/2007. As caracteristicas hospitalares, maternas e neonatais, a morbidade neonatal, os procedimentos e intervencoes neonatais foram comparados entre os prematuros que morreram ou sobreviveram ate 24, 48 e 168 horas de vida. As variaveis perinatais associadas ao obito ate 24 e 48 horas de vida foram determinadas por regressao logistica, com os resultados expressos em razao de chance (OR) e intervalo de confianca de 95% (IC95%). As variaveis perinatais associadas ao obito neonatal precoce foram determinadas pela regressao de Cox, com os resultados expressos por hazard ratio (HR) e IC95%. Resultados Dos 627 recem-nascidos incluidos no estudo, 179 (29%) morreram antes de 168 horas, dos quais 59 (33%) ate 24 horas e 97 (54%) ate 48 horas apos o nascimento. A regressao logistica para obito ate 24 horas mostrou associacao com hospital com melhor infraestrutura (OR=0,34; IC95% 0,17-071), peso ao nascer (2,94; 1,32-6,53), Apgar 5ºminuto <7 (7,17; 3,46-14,88) e sexo masculino (2,99; 1,39-6,47). A regressao logistica para obito ate 48 horas apos o nascimento mostrou associacao com hospital com melhor infraestrutura (OR=0,43; IC95% 0,24-0,79), hipertensao materna (0,31; 0,15-0,64), peso ao nascer <1000g (3,94; 2,14-7,27), Apgar 5ºminuto <7 (5,35; 2,97-9,63) e sexo masculino (2,67; 1,48-4,81). A regressao de Cox para obito neonatal precoce mostrou associacao com: ausencia do uso do corticoide antenatal (HR=1,59; IC95% 1,11-2,27), gestacao multipla (1,95; 1,28-3,00), sexo masculino (2,01; 1,40-2,86), Apgar 5 minutos <7 (2,93; 2,03-4,21), peso de nascimento <1000g (2,58; 1,70-3,88), idade gestacional <28 semanas (2,07; 1,42-3,02), uso de surfactante (1,65; 1,04-2,59), ausencia do uso de escala de dor (1,89; 1,24-2,89). Conclusao: Houve elevada mortalidade neonatal precoce e esta se associou a imaturidade, extremo baixo peso, baixa vitalidade ao nascer, sexo masculino, gemelaridade e baixa utilizacao de corticoide antenatal. A reposicao de surfactante nao exerceu papel protetor para obito neonatal precoce, comportando-se como marcador de gravidade clinica. A aplicacao de escalas de dor pareceu ser um marcador de defiCiências na qualidade da assistencia neonatal. Os resultados apontam falhas na assistencia nas unidades de terapia intensiva neonatal e sala de parto, capacitacao irregular de recursos humanos e baixa utilizacao de corticoide antenatal
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/22859
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