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Title: Os pais e os profissionais de saúde concordam quanto a avaliação da possível dor sentida por recém-nascidos internados em unidades de terapia intensiva?
Other Titles: Are the opinions of parents and health profissionals homogenous regarding the presence and the intensity of the pain possibly felt by critically ill neonates?
Authors: Guinsburg, Ruth [UNIFESP]
Elias, Luciana Sabatini Doto Tannous [UNIFESP]
Keywords: Dor
Recém-nascido
Terapia intensiva
Issue Date: 2003
Publisher: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Citation: São Paulo: [s.n.], 2003. 126 p.
Abstract: Objetivo: verificar se pais de RN internados em unidades de terapia intensiva e profissionais de Saúde que ai trabalham avaliam de maneira semelhante a presenca e a magnitude da dor destes pacientes. Metodos: cada trio de adultos (pai ou mae, auxiliar de enfermagem e medico) avaliou um unico RN. Foram observados 52 bebes por: 50 pais (2 RN gemelares), 52 auxiliares de enfermagem e 52 medicos. Apos responder a um questionario socio-demografico, cada adulto se colocava frente ao RN e o observava por 1 minuto. Ao final, ele respondia se achava que o RN estava sentindo dor. No caso de resposta positiva, o adulto assinalava com um X na escala analogica visual vertical o quanto de dor ele acreditava que o RN sentia naquele momento e ainda relatava o seu parecer sobre a provavel origem da dor. A analise quanto a homogeneidade ou heterogeneidade dessa avaliacao de cada bebe pelo trio de adultos foi realizada por meio do Grafico de Bland-Altman e do coeficiente de correlacao intraclasse, considerando-se significante p<0,05. Analisou-se ainda se fatores inerentes ao RN (idade, sexo, via de parto, Apgar e uso de medicacoes, entre outros) poderiam interferir na avaliacao feita pelo trio de adultos por meio de regressao linear, ANOVA e regressao linear multipla. Resultados: houve concordancia por parte de medicos, auxiliares de enfermagem e pais quanto a ausencia da dor no RN observado. Porem, quando achavam estar a dor presente, houve grande discordancia na avaliacao da magnitude da possivel dor sentida pelo paciente. A analise da associacao de cada fator relacionado ao proprio RN com a heterogeneidade na avaliacao da dor feita pelos adultos nao foi significante. A avaliacao das variaveis em conjunto mostrou que apenas 10 por cento da discordancia de avaliacao da magnitude da possivel dor sentida pelo RN entre o trio de adultos poderia ser explicada pelo sexo e/ou via de parto do paciente. Conclusoes: diante da heterogeneidade na avaliacao feita por adultos da intensidade da dor de recem-nascidos e diante dos multiplos fatores nao controlaveis que interferem nessa avaliacao, o uso rotineiro de instrumentos validados para a mensuracao da dor de neonatos internados em unidades de terapia intensiva se faz necessario
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/19933
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