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Title: Efeitos da PKC e do pH no cálcio intracelular em células do músculo liso vascular da aorta de ratos diabéticos
Other Titles: Effects of PKC and PH of intracellular calcium in vascular smooth muscle cells aorta in diabetes rats
Authors: Schor, Nestor [UNIFESP]
Cunha, Maria Adelaide [UNIFESP]
Keywords: Proteína Quinase C
Concentração de Íons de Hidrogênio
Cálcio
Diabetes Mellitus Tipo 1
Diabetes Mellitus
Issue Date: 2001
Publisher: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Citation: São Paulo: [s.n.], 2001. 134 p. ilus. ,tab.
Abstract: O cálcio ([Ca+2]i) e o pH (pHi) intracelulares estão envolvidos em mecanismos contrácteis, sendo que o distúrbio da homeostase destes íons pode estar relacionado com a vasodilatação renal e sistêmica observada no diabetes mellitus dependente de insulina (DMDI). A atividade dos canais operados pelo receptor (ROC), dependente da voltagem (VOC) e da depleção dos estoques (SOC) e a relação destes com a proteína quinase C (PKC) e o pH foi analisada. Utilizamos células do músculo liso vascular (CMLV) da aorta de rato após 2 meses da indução do diabetes com estreptozotocina (STZ). As dosagens da [Ca+2]i e do pHi foram avaliadas por espectrofluorimetria utilizando o fura-2-AM e o BCECF-AM, respectivamente. A atividade do trocador Na+/H+ foi analisada pelo método do pré-pulso de NH4Cl (20 mM). Os resultados foram expressos em porcentagem do aumento das [Ca+2]i após a dose máxima de angiotensina (AII) (10¿10 a 10¿6 M) sobre o basal (?Ca%) e pela [Ca+2]i obtida com uma dose única de AII (10¿6 M) sobre o basal (CaO/CaB). Observamos também a influência do pH extracelular (pHext) 6,5 nos valores da CaO/CaB.#O ?Ca% em resposta a AII foi menor em CMLV da aorta de ratos diabéticos (DM) comparado com as células de ratos controles (CT) (67?7 vs 104?7, p<0,05), mostrando uma resposta atenuada da CMLV a agonistas vasopressores. Na ausência de cálcio extracelular (Caext) e com EGTA (1 mM), os resultados foram significantemente reduzidos (34?9) no DM e (34?7) no CT, mostrando a importância do influxo de Caext na sinalização do cálcio nos dois grupos.#A nifedipina (Nif; 100 nM) reduziu a ativ dade do VOC no CT (61?6), mas não no DM (696). Quando utilizamos a tapsigargina (TG; 2?M) e Caext, também detectamos diminuição do ?Ca% no grupo CT (64?8), mas não no DM (77 1617;15).#Após a inibição da proteína quinase C (PKC) com estaurosporina (ST; 100 nM), calphostin C (CC; 100 nM) e acetato de forbol miristato durante 24 horas (PMA24h; 100 nM), no grupo DM, observamos valores de 98?7, 136?22 e 123?19, respectivamente. Estes resultados não foram diferentes quando houve estimulação da PKC com PMA por 2 minutos (PMA2min; 100 nM) no DM (74?7;6).#O pHext 6,5 induziu um decréscimo no pHi basal no CT (6,85?0,04 vs 7,30?0,05, p<0,05) e no DM (6, 3?0,02 vs 7,18?0,02, p<0,05). A acidificação reduziu a CaO/CaB através do ROC no grupo CT (3,56?0,45 vs 5,79?0,41; p<0,05), mas não no DM (2,55?0,32 vs 2,59?0,49), quando comparados com o pHext 7,4, e também através do SOC no CT (2,00?7;0,18 vs 2,91?0,27; p<0,05), mas não no DM (1,53?0,18 vs 1,66=617;0,13).#A inibição da PKC em pHext 6,5 produziu um aumento significante do cálcio através do ROC no CT (5,65?0,89) e no DM (4,83?0,52). A mesma situação através do SOC não reverteu s gnificantemente os resultados no CT (3,12?0,63) e no DM (2,10?0,46). O meio com glicose 30 mM reduziu a CaO/CaB comparado com glicose 5 mM no CT (3,94? 0,41 vs 5,79?0,36, p<0,05), mas não no DM#(3,44?0,54 vs 2,59?0,49) em resposta a AII (10-6 M). O manitol (25 mM) não alterou estes valores no CT (5,10?0,18) ou no DM (3,17?0,34), sugerindo que a osmolaridade não afeta estas respostas.#O pHi basal foi similar o DM comparado com o CT (7,29?0,08 vs 7,160,04). No entanto, a atividade do trocador Na+/H+ foi realçada no DM em relação ao CT (0,228?0,005 vs 0,111?0,004; p<0,05) na presença do tampão HEPES-Na. A AII (10-7 M) umentou a ação deste trocador no CT (0,142?;0,008 vs 0,111?0,004; p<0,05), mas não no DM (0,217?0,025 vs 0,228?0,005) relacionados com os respectivos grupos.#Em conclusão, a resposta do cálcio foi atenuada em CMLV através do ROC e SOC. O VOC não parece estar alterado no DM, desde que a nifedipina não teve influência nesta resposta. Os resultados analisados pelo ROC foram revertidos após o bloqueio da PKC, mesmo na presença da acidificação, indican o a ação predominante desta quinase nestes canais no DM, enquanto que os resultados através do SOC não foram significantemente recuperados, sugerindo que a atividade deste canal não é modulada somente pela PKC, mas provavelmente o pH também participa desta ação.#2001-09-04#4#PROTEINOQUINASE C#CONCENTRACAO DE IONS DE HIDROGENIO#CALCIO#DIABETES MELLITUS INSULINO-DEPENDENTE#DIABETES MELLITUS#b#13988#
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/17384
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