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Title: Transplante de córnea em ceratite por herpes simples
Other Titles: Corneal transplantation for herpes simplex keratitis
Authors: Araújo, Maria Emília Xavier dos Santos [UNIFESP]
Santos, Namir Clementino [UNIFESP]
Freitas, Denise de [UNIFESP]
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Keywords: Corneal transplantation
Keratitis herpetic
Graft rejection
Postoperative complications
Recurrence
Retrospective studies
Transplante de córnea
Ceratite herpética
Rejeição de enxerto
Complicações pós-operatórias
Recidiva
Estudos retrospectivos
Issue Date: 1-Sep-2002
Publisher: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Citation: Arquivos Brasileiros de Oftalmologia. Conselho Brasileiro de Oftalmologia, v. 65, n. 5, p. 515-518, 2002.
Abstract: Purpose: To evaluate the results of corneal transplantation for herpes simplex keratitis. Methods: The records of thirty-eight patients who underwent penetrating keratoplasty for herpes simplex keratitis, from 1993 to 1998 were retrospectively reviewed. Postoperative follow-up periods ranged from 6 to 68 months (mean 21). Results: The survival rate of a clear graft was 81.6%. Allograft rejection was observed in 36.8% and herpetic recurrence occurred in 10.5%. Visual acuities of 20/80 or better were achieved in 60%. Prophylactic antiviral treatment was not associated with increase in corneal graft survival rate. Conclusion: Better results have been achieved on keratoplasty for herpetic keratitis.
Objetivo: Avaliação de transplante de córnea em ceratite por herpes simples. Métodos: Foram revisados os prontuários de 38 pacientes submetidos a transplante de córnea por herpes simples, no período de 1993 a 1998. Todos os pacientes tinham apenas um olho acometido. Foi avaliada a transparência do botão corneano, reação de rejeição, recidiva da infecção herpética e acuidade visual final. Pacientes que usaram profilaxia antiviral foram comparados com os que não usaram. O seguimento pós-operatório variou de 6 a 68 meses (média de 21). Resultados: Trinta e um enxertos (81,6%) permaneceram transparentes. Reação de rejeição ocorreu em 14 pacientes (36,8%) e recidiva da ceratite herpética em 4 (10,5%). A acuidade visual pós-operatória foi melhor ou igual a 0,25 em 60% dos pacientes. Não houve diferença estatisticamente significante na sobrevivência do enxerto entre o grupo que usou e o que não usou antiviral sistêmico profilático. Conclusão: Melhores resultados têm sido alcançados no transplante de córnea em ceratite herpética.
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/1510
ISSN: 0004-2749
Other Identifiers: http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27492002000500003
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