Comparison of vaginal wall sling and modified vaginal wall sling for stress urinary incontinence

Comparison of vaginal wall sling and modified vaginal wall sling for stress urinary incontinence

Autor Bezerra, Carlos Alberto Google Scholar
Sadi, Marcus Vinicius Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Faculty of Medicine of the ABC Foundation, São Paulo Urology Division
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo CONTEXT: There are several controversies about which is the best form of surgical treatment for stress urinary incontinence in women. The vaginal wall sling in its original and modified form were presented by Raz as new options for treatment of these conditions, but there is a lack of comparative clinical trials using both techniques. OBJECTIVE: To compare the effectiveness of the original and the modified vaginal wall sling. DESIGN: A comparative, prospective, non-randomized clinical trial. SETTING: Public and private health care units (Urology Division, Faculty of Medicine of the ABC Foundation, and Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) / Escola Paulista de Medicina). PARTICIPANTS: Twenty patients with anatomical and intrinsic sphincter deficiency stress urinary incontinence were surgically treated for evaluating the initial results of the vaginal wall sling, from February 5, 1994, to June 27, 1996. INTERVENTIONS: The patients were divided into two groups. Group A (n = 10) were treated with the original vaginal wall sling. Group B (n = 10) were treated with the modified vaginal wall sling. Both groups were statistically similar according to clinical and urodynamic parameters. MAIN MEASUREMENTS: Cure and complication rates. RESULTS: Follow-up ranged from 19 to 43 months (median = 28) for group A. The overall cure rate was 70%. Fifty per cent of the patients had urinary retention of 7 to 35 days. There were no major complications. Follow-up ranged from 14 to 26 months (median = 18) for Group B. The cure rate was 80%. Two patients had urinary retention of 7 and 55 days. There were no major complications. CONCLUSIONS: The vaginal wall sling is as effective as the modified vaginal wall sling but has a higher rate of urinary retention.

CONTEXTO: Existem diversas controvérsias sobre qual é a melhor forma de tratamento cirúrgico da incontinência urinária de esforço em mulheres. O sling de parede vaginal, em suas formas original e modificada, foi apresentado como nova opção no tratamento dessa condição, mas um estudo comparativo com ambas as técnicas ainda não foi publicado. OBJETIVO: Avaliar a eficácia dos slings de parede vaginal e modificado. DESENHO: Ensaio clínico comparativo, prospectivo, não randomizado. LOCAL: Serviços das Disciplinas de Urologia da Faculdade de Medicina do ABC e da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). PARTICIPANTES: Vinte pacientes com incontinência urinária de esforço tipos anatômica e por deficiência esfincterina intrínseca foram tratadas cirurgicamente para avaliação dos resultados iniciais do sling de parede vaginal, de 05 de fevereiro de 1994 a 27 de junho de 1996. INTERVENÇÃO: As pacientes foram divididas em dois grupos. Grupo A (n = 10) tratadas com o sling de parede vaginal original. Grupo B (n = 10) tratadas com o sling modificado. Ambos os grupos foram estatisticamente similares de acordo com parâmetros clínicos e urodinâmicos. VARIÁVEIS ESTUDADAS: Índices de cura e de complicações. RESULTADOS: O seguimento variou de 19 a 43 meses (mediana = 28) para o grupo A. O índice geral de sucesso foi 70%. 50% das pacientes tiveram retenção urinária que durou de 7 a 35 dias. Não houve complicações maiores. O seguimento variou de 14 a 26 meses (mediana = 18) para o grupo B. O índice de sucesso foi 80%. Duas pacientes tiveram retenção urinária durante 7 e 55 dias. Não houve complicações maiores. CONCLUSÕES: O sling de parede vaginal modificado tem eficácia similar ao original, que, por sua vez, tem maior índice de retenção urinária.
Palavra-chave Urinary incontinence
Stress
Surgery
Vagina
Incontinência
Urinária
Estresse
Cirurgia
Vagina
Idioma Inglês
Data de publicação 2000-05-04
Publicado em São Paulo Medical Journal. Associação Paulista de Medicina - APM, v. 118, n. 3, p. 63-68, 2000.
ISSN 1516-3180 (Sherpa/Romeo)
Publicador Associação Paulista de Medicina - APM
Extensão 63-68
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S1516-31802000000300003
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S1516-31802000000300003 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/971

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Nome: S1516-31802000000300003.pdf
Tamanho: 114.7KB
Formato: PDF
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