Estudo neuropatológico e neuroquímica da inflamação no hipocampo de pacientes com epilepsia do lobo temporal associada à esclerose mesial

Estudo neuropatológico e neuroquímica da inflamação no hipocampo de pacientes com epilepsia do lobo temporal associada à esclerose mesial

Título alternativo Hippocampal hipersignal on MRI is relacionated with IL1, TNF, Nitric Oxide and glutamate levels
Autor Varella, Pedro Paulo Vasconcellos Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Naffah-Mazzacoratti, Maria da Graca Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo Objetivos: Estudar a existência de correlação linear entre a intensidade do sinal na IRM do hipocampo em FLAIR na ELT com EH e a concentração de GLU, NO, IL1β e TNFα. Em outro enfoque, objetivamos comparar as concentrações hipocampais destes mediadores entre os pacientes com ELT e EH e controles obtidos de autópsia. Metodologia: Estudamos 29 pacientes com ELT por EH e 20 indivíduos controles (10 autópsia e 10 controles de IRM). O sinal na IRM foi medido em FLAIR (Leonardo, Syngo MR 2004A Siemens Medical Solutions) tanto para pacientes como para controles. As concentrações de GLU formam obtidas por cromatografia líquida (HPLC), a de IL1β e TNFα foram obtidas por ELISA (Kit BD Opteia) e a de NO foi aferida pelo equipamento NOATM 280, Sievers Instruments. Os dados foram avaliados utilizando-se os testes t de Student para a comparações de concentrações de mediadores nos diferentes tecidos e o teste exato de Fisher, de Kolmogorov-Smirnov, de Levene para a avaliação da correlação linear de Pearson entre as variáveis. Resultados: Quanto avaliamos as concentrações dos diferentes mediadores em tecido com EH e controle observamos aumento da concentração de IL1β e TNFα e redução do GLU e GABA na EH, sem alterações significativas do NO. Houve correlação linear positiva entre as concentrações de NO, e hipersinal em FLAIR tanto na cabeça, corpo e cauda do hipocampo. A citocina IL1β mostrou correlação linear positiva com o sinal em FLAIR na cauda hipocampal. Além disso, houve correlação linear inversa entre o sinal de FLAIR e a concentração de GLU no hipocampo de pacientes com EH. Conclusão: Esses dados sugerem haver correlação entre liberação de GLU e intensidade de sinal em FLAIR na IRM. Por outro lado a correlação positiva entre NO e IL1β e sinal em FLAIR também sugere associação com o fenômeno inflamatório e quantidade de água no hipocampo. Desta forma, concluímos que na EH há inflamação e excitotoxicidade, mesmo nas fases crônicas da síndrome, flagradas pelas alterações das concentrações de IL1β, TNFα e GLU e NO. Estas alterações podem estar correcionadas com o hipersinal da IRM em FLAIR
Palavra-chave Epilepsia do Lobo Temporal
Inflamação
Citocinas
Epilepsy, Temporal Lobe
Inflammation
Cytokines
Idioma Português
Data de publicação 2009-06-24
Publicado em VARELLA, Pedro Paulo Vasconcellos. Estudo neuropatológico e neuroquímica da inflamação no hipocampo de pacientes com epilepsia do lobo temporal associada à esclerose mesial. 2009. Tese (Doutorado) - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2009.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 273 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/9591

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