Treatment of Dyslipidemia with Statins and Physical Exercises: Recent Findings of Skeletal Muscle Responses

Treatment of Dyslipidemia with Statins and Physical Exercises: Recent Findings of Skeletal Muscle Responses

Título alternativo Tratamento das Dislipidemias com Estatinas e Exercícios Físicos: Evidências Recentes das Respostas Musculares
Autor Bonfim, Mariana Rotta Google Scholar
Oliveira, Acary Souza Bulle Autor UNIFESP Google Scholar
Amaral, Sandra Lia do Google Scholar
Monteiro, Henrique Luiz Google Scholar
Instituição Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo Statin treatment in association with physical exercise practice can substantially reduce cardiovascular mortality risk of dyslipidemic individuals, but this practice is associated with myopathic event exacerbation. This study aimed to present the most recent results of specific literature about the effects of statins and its association with physical exercise on skeletal musculature. Thus, a literature review was performed using PubMed and SciELO databases, through the combination of the keywords “statin” AND “exercise” AND “muscle”, restricting the selection to original studies published between January 1990 and November 2013. Sixteen studies evaluating the effects of statins in association with acute or chronic exercises on skeletal muscle were analyzed. Study results indicate that athletes using statins can experience deleterious effects on skeletal muscle, as the exacerbation of skeletal muscle injuries are more frequent with intense training or acute eccentric and strenuous exercises. Moderate physical training, in turn, when associated to statins does not increase creatine kinase levels or pain reports, but improves muscle and metabolic functions as a consequence of training. Therefore, it is suggested that dyslipidemic patients undergoing statin treatment should be exposed to moderate aerobic training in combination to resistance exercises three times a week, and the provision of physical training prior to drug administration is desirable, whenever possible.

A associação do tratamento medicamentoso por estatinas com a prática de exercícios físicos pode reduzir substancialmente o risco de mortalidade cardiovascular de indivíduos dislipidêmicos, porém sua realização vem sendo associada à exacerbação de quadros miopáticos. O presente trabalho teve como objetivo apresentar os resultados mais recentes da literatura específica sobre os efeitos da associação de estatinas ao exercício físico na musculatura esquelética. Para tanto, realizou-se levantamento da literatura nas bases de dados PubMed e SciELO, utilizando a combinação dos unitermos: “estatina/estatinas” AND “exercício” AND “músculo” (“statin” AND “exercise” AND “muscle”), sendo selecionados apenas artigos originais publicados entre janeiro de 1990 e novembro de 2013. Foram analisados 16 artigos que avaliaram o efeito da associação das estatinas com exercício agudo ou crônico na musculatura esquelética. Os resultados dos estudos apontaram que atletas podem experimentar efeitos deletérios na musculatura esquelética quando do uso de estatinas, visto que os quadros de exacerbação da lesão muscular pelo exercício foram mais frequentes com treinamento intenso ou exercícios agudos excêntricos e extenuantes. O treinamento físico moderado, por sua vez, quando associado às estatinas, não aumenta os relatos de dor nem os níveis de creatina quinase, além de acarretar ganhos nas funções musculares e metabólicas advindas do treinamento. Sugere-se, portanto, que pacientes dislipidêmicos em tratamento com estatinas sejam expostos ao treinamento físico aeróbio combinado a exercícios resistidos, de intensidade moderada, em três sessões semanais, sendo que a oferta do treinamento físico previamente à administração do tratamento medicamentoso, quando possível, faz-se desejável.
Palavra-chave Hydroxymethylglutaryl-CoA reductase inhibitors
Exercise
Muscle, skeletal
Dyslipidemia
Dislipidemias / terapia
Inibidores de Hidroximetilglutaril-CoA Redutases
Exercício
Músculo Esquelético
Idioma Inglês
Data de publicação 2015-01-01
Publicado em Arquivos Brasileiros de Cardiologia. Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC, v. 00, n. ahead, p. 00-00, 2015.
ISSN 0066-782X (Sherpa/Romeo, fator de impacto)
Publicador Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Fonte http://dx.doi.org/10.5935/abc.20150005
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
Web of Science WOS:000354786900013
SciELO S0066-782X2015005050005 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/8774

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Nome: S0066-782X2015005050005.pdf
Tamanho: 265.3KB
Formato: PDF
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