Phonological and semantic verbal fluency: a comparative study in hearing-impaired and normal-hearing people

Phonological and semantic verbal fluency: a comparative study in hearing-impaired and normal-hearing people

Título alternativo Fluência verbal semântica e fonológica: estudo comparativo em deficientes auditivos e ouvintes
Autor Santos, Isadora Machado Monteiro dos Google Scholar
Chiossi, Júlia Santos Costa Google Scholar
Soares, Alexandra Dezani Autor UNIFESP Google Scholar
Oliveira, Letícia Neves de Google Scholar
Chiari, Brasilia Maria Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo PURPOSE:To compare the performance of hearing-impaired and normal-hearing people on phonologic and semantic verbal fluency tests. METHODS: A cross-sectional study was conducted with 48 hearing-impaired adults and 42 individuals (control group) with no hearing or language complaints. Sociodemographic data were collected, as well as the characteristics of hearing loss and of the electronic auditory device (hearing aids or cochlear implant), when relevant. Verbal fluency was tested in two different tasks: by semantic category (animals) and by phonology (letter F). RESULTS: Educational level has influenced the results of fluency tests in both groups, with more evidence in the hearing-impaired subjects (p<0.001). Hearing-impaired subjects showed worse performance in verbal fluency tests when compared to normal-hearing people in groups with up to 10 years of schooling. In the comparison of performance in the two tests, both groups showed better results in the semantic fluency task. CONCLUSION: The hearing-impaired subjects with low educational level evoked fewer words in semantic and phonologic verbal fluency tests in comparison to normal-hearing subjects. Educational level is a relevant issue to the study of verbal fluency in deaf and hearing-impaired people.

OBJETIVO: Comparar o desempenho de deficientes auditivos e ouvintes nas provas de fluência verbal semântica e fonológica. MÉTODOS: Realizou-se um estudo transversal com 48 indivíduos adultos deficientes auditivos e 42 indivíduos (grupo comparação) sem queixas de audição e/ou linguagem. Foram levantados dados sociodemográficos e as características da perda auditiva e do dispositivo auditivo eletrônico (aparelho de amplificação sonora individual ou implante coclear), quando pertinente. Aplicaram-se os testes de fluência verbal por pista semântica (categoria animais) e fonológica (letra F). RESULTADOS: A escolaridade influenciou os resultados das provas nos dois grupos, sendo mais evidente nos deficientes auditivos (p<0,001). Os deficientes auditivos apresentaram pior desempenho nas provas de fluência verbal em comparação aos ouvintes nos grupos com até dez anos de escolaridade. Na comparação do desempenho nos dois testes, os dois grupos apresentaram melhores resultados na fluência verbal semântica. CONCLUSÃO: Os deficientes auditivos de menor escolaridade evocaram um número inferior de palavras pela pista semântica e fonológica em relação aos ouvintes. O nível de escolaridade é relevante para o estudo de fluência verbal em deficientes auditivos.
Idioma Inglês
Data de publicação 2014-12-01
Publicado em CoDAS. Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, v. 26, n. 6, p. 434-438, 2014.
ISSN 2317-1782 (Sherpa/Romeo)
Publicador Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia
Extensão 434-438
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/2317-1782/20142014050
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S2317-17822014000600434 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/8749

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Nome: S2317-17822014000600434.pdf
Tamanho: 136.2KB
Formato: PDF
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