Intraocular pressure fluctuation in healthy and glaucomatous eyes: a comparative analysis between diurnal curves in supine and sitting positions and the water drinking test

Intraocular pressure fluctuation in healthy and glaucomatous eyes: a comparative analysis between diurnal curves in supine and sitting positions and the water drinking test

Título alternativo Flutuação da pressão intraocular em olhos saudáveis e olhos glaucomatosos: análise comparativa entre a curva tensional diária simplificada nas posições sentada, supina e o teste de sobrecarga hídrica
Autor Caiado, Rafael Ramos Autor UNIFESP Google Scholar
Badaró, Emmerson Autor UNIFESP Google Scholar
Kasahara, Niro Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Santa Casa de Misericórdia de São Paulo Department of Ophthalmology Glaucoma Sector
Resumo Purpose: To compare intraocular pressure (IOP) using the simplified daily tensional curve (SDTC) between supine and sitting positions in terms of peak levels and amount of fluctuation in both, glaucomatous and healthy subjects. The secondary endpoint was the comparison of these measures with those derived from the water drinking test (WDT). Methods: Thirty patients with primary open-angle glaucoma (POAG) that were undergoing medical therapy and 30 healthy subjects were enrolled in this study. Each patient underwent a diurnal curve between 8 am and 4 pm. After lying down for 5 minutes, the IOP was measured with the Perkins tonometer. Patients were instructed to sit in the upright position for 5 minutes and the tonometry was repeated. At 4:15 pm, the WDT test was performed. Fluctuation was defined as the difference between the highest and the lowest IOP readings (range). The Student's t test was used to assess differences and a P value <0.05 was considered to be statistically significant. Results: The diurnal curve in the supine position demonstrated higher IOP average values (on average 3-4 mmHg higher) compared to the sitting position (p<0.0001) for both groups. IOP peaks were higher in the supine position; however, the IOP range was essentially the same between the three methods. Treated glaucomatous patients had higher IOP levels in all measurements, but the fluctuation for all tests performed appeared to be similar to that of healthy patients. Conclusion: The data suggested that WDT can be used to estimate the diurnal IOP peak and fluctuation observed in the SDTC of the supine position for treated glaucomatous patients. Further studies can compare the possible correlation between the WDT results and those obtained from nocturnal supine measurements.

Objetivo: Comparar a flutuação da pressão intraocular (PIO) nas posições sentada e supina, através da curva tensional diária simplificada (CTDS), durante o horário de consultório em pacientes saudáveis e com glaucoma primário de ângulo aberto (GPAA). O objetivo secundário foi comparar estas medidas com a flutuação da PIO verificada através do teste de sobrecarga hídrica (TSH) desses dois grupos. Métodos: A amostra foi constituída por 60 indivíduos, divididos em dois grupos, 30 saudáveis e 30 glaucomatosos. Nenhum dos pacientes saudáveis usava medicação anti-glaucomatosa. Entre os portadores de glaucoma, todos estavam medicados. Foi realizada a CTDS (medidas realizadas entre 8:00 h e às 16:00 h) na posição sentada e supina utilizando o mesmo tonômetro de Perkins. Imediatamente após a última medida (às 16:15 h), foi realizado o TSH. Flutuação foi definida como a diferença entre a maior e a menor medida de PIO. O teste t-Student foi usado para analisar as diferenças e o valor de p<0,05 foi considerado estatisticamente significante. Resultados: Os picos de PIO foram sempre maiores na CTDS quando medidos na posição supina (em média 4 mmHg maior) em pacientes saudáveis e pacientes glaucomatosos em tratamento, comparado a posição sentada (p<0.0001). Pacientes glaucomatosos em tratamento apresentaram PIO mais alta em todas as medidas, porém a flutuação em todos os testes realizados foi semelhante comparada aos pacientes saudáveis. A flutuação da PIO não apresentou diferença estatística entre os 3 métodos. Conclusão: Dados sugerem que o TSH pode ser usado para estimar o pico e a flutuação diurna da PIO na posição supina na CTDS em pacientes glaucomatosos em tratamento. Estudos futuros poderão avaliar uma possível correlação entre os resultados do TSH e as medidas noturnas em posição supina.
Palavra-chave Glaucoma, open-angle/physiopathology
Intraocular pressure/physiology
Circadian rhythm
Glaucoma de ângulo aberto/fisiopatologia
Pressão intraocular/fisiologia
Ritmo circadiano
Idioma Inglês
Data de publicação 2014-10-01
Publicado em Arquivos Brasileiros de Oftalmologia. Conselho Brasileiro de Oftalmologia, v. 77, n. 5, p. 288-292, 2014.
ISSN 0004-2749 (Sherpa/Romeo, fator de impacto)
1678-2925 (Sherpa/Romeo, fator de impacto)
Publicador Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Extensão 288-292
Fonte http://dx.doi.org/10.5935/0004-2749.20140073
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
Web of Science WOS:000346167000005
SciELO S0004-27492014000500288 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/8610

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Nome: S0004-27492014000500288.pdf
Tamanho: 323.2KB
Formato: PDF
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