Paracoccidioides brasilienses isolates obtained from patients with acute and chronic disease exhibit morphological differences after animal passage

Paracoccidioides brasilienses isolates obtained from patients with acute and chronic disease exhibit morphological differences after animal passage

Título alternativo Isolados de Paracoccidioides brasiliensis obtidos de pacientes com doença crônica e aguda exibem diferenças morfológicas após passagem animal
Autor Svidzinski, Terezinha Inez Estivalet Google Scholar
Miranda Neto, Marcílio Hubner Google Scholar
Santana, Rosângela Getirana Google Scholar
Fischman, Olga Autor UNIFESP Google Scholar
Colombo, Arnaldo Lopes Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição State University of Maringá
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo The basis for virulence in Paracoccidioides brasiliensis is not completely understood. There is a consensus that the sequencial in vitro subcultivation of P. brasiliensis leads to loss of its pathogenicity, which can be reverted by reisolation from animal passage. Attention to morphological and biochemical properties that are regained or demonstrated after animal passage may provide new insights into factors related to the pathogenicity and virulence of P. brasiliensis. We evaluated morphological characters: the percentage of budding cells, number of buds by cell and the diameter of 100 mother cells of yeast-like cells of 30 P. brasiliensis isolates, before and after animal passage. The isolates were obtained from patients with different clinical forms of paracoccidioidomycosis (PCM): acute form (group A, n=15) and chronic form (group C, n=15). The measurement of the yeast cell sizes was carried out with the aid of an Olympus CBB microscope coupled with a micrometer disc. We measured the major transverse and longitudinal axes of 100 viable cells of each preparation. The percentage of budding cells as also the number of buds by cell was not influenced by animal passage, regardless of the source of the strain (acute or chronic groups). The size values of P. brasiliensis isolates from groups A and C, measured before the animal passage exhibited the same behavior. After animal passage, there was a statistically significant difference between the cell sizes of P. brasiliensis isolates recovered from testicles inoculated with strains from groups A and C. The maximum diameter of mother cells from group A isolates exhibited a size of 42.1mm in contrast with 32.9mm exhibited by mother cells from group C (p<0.05). The diameter of 1500 mother cells from group A isolates exhibited a medium size of 16.0mm (SD ± 4.0), a value significantly higher than the 14.1mm (SD = ± 3.3) exhibited by 1500 mother cells from group C isolates (p<0.05). Our results reinforce the polymorphism exhibited by P. brasiliensis in biological material and the need for further investigations to elucidate the role of morphological parameters of the fungus in the natural history of the disease.

Os mecanismos de virulência em Paracoccidioides brasiliensis não estão totalmente esclarecidos. Há um consenso que subcultivos sucessivos de P. brasiliensis acarretam a perda de sua patogenicidade que pode ser revertida pelo reisolamento do agente após passagem animal. As propriedades morfológicas e bioquímicas que são recuperadas ou demonstradas após passagem animal podem fornecer novas informações quanto a fatores relacionados à patogenicidade e virulência de P. brasiliensis. Nós avaliamos características morfológicas: porcentagem de células brotantes, número de brotamentos por célula e determinação do diâmetro de 100 células-mãe em 30 isolados de P. brasiliensis, antes e após passagem animal. Os isolados foram obtidos de pacientes com diferentes formas clínicas de paracoccidioidomicose (PCM): forma aguda (grupo A n=15) e forma crônica (grupo C n=15). A mensuração do tamanho das células foi feita em microscópio óptico Olympus CBB acoplado com régua micrométrica. Nós medimos o maior eixo transversal e longitudinal de 100 células viáveis de cada preparação. A porcentagem de células brotantes bem como o número de brotamentos por célula não foram influenciados pela passagem animal independente da origem da amostra (grupo agudo ou crônico). Os valores dos tamanhos dos isolados de P. brasiliensis dos grupos A e C medidos antes e após passagem animal exibiram o mesmo comportamento. Após passagem animal, houve diferenças estatisticamente significativas entre o tamanho das células de P. brasiliensis isolados a partir de testículos inoculados com amostras dos grupos A e C. O diâmetro máximo das células mãe dos isolados do grupo A exibiram tamanho de 42.1mm, em contraste com 32.9mm exibidos pelas células mãe do grupo C (p<0.05). O diâmetro de 1500 células do grupo A exibiram tamanho médio de 16.0mm (SD ± 4.0), valor significativamente maior que 14.1mm (SD ± 3.3) exibidos pelas 1500 células do grupo C (p<0.05). Nossos resultados confirmam o polimorfismo exibido por P. brasiliensis em amostras biológicas e reforça a necessidade de mais investigações com o objetivo de elucidar o papel que parâmetros morfológicos do fungo possam assumir na história natural da doença.
Palavra-chave Paracoccidioides brasiliensis
Morphology
Paracoccidioidomycosis
Idioma Inglês
Data de publicação 1999-09-01
Publicado em Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical, v. 41, n. 5, p. 279-283, 1999.
ISSN 0036-4665 (Sherpa/Romeo)
Publicador Instituto de Medicina Tropical
Extensão 279-283
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0036-46651999000500003
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0036-46651999000500003 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/820

Exibir registro completo




Arquivo

Nome: S0036-46651999000500003.pdf
Tamanho: 114.3KB
Formato: PDF
Descrição:
Abrir arquivo

Este item está nas seguintes coleções

Buscar


Navegar

Minha conta