Best waveform score for diagnosing keratoconus

Best waveform score for diagnosing keratoconus

Título alternativo Técnica para diagnosticar o ceratocone
Autor Luz, Allan Autor UNIFESP Google Scholar
Fontes, Bruno Machado Autor UNIFESP Google Scholar
Lopes, Bernardo Google Scholar
Ramos, Isaac Google Scholar
Correia, Fernando Faria Google Scholar
Schor, Paulo Autor UNIFESP Google Scholar
Ambrósio, Renato Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Hospital de Olhos de Sergipe
Rio de Janeiro Corneal Tomography and Biomechanics Study Group
Instituto de Olhos Renato Ambrósio
Resumo PURPOSE: To test whether corneal hysteresis (CH) and corneal resistance factor (CRF) can discriminate between keratoconus and normal eyes and to evaluate whether the averages of two consecutive measurements perform differently from the one with the best waveform score (WS) for diagnosing keratoconus. METHODS: ORA measurements for one eye per individual were selected randomly from 53 normal patients and from 27 patients with keratoconus. Two groups were considered the average (CH-Avg, CRF-Avg) and best waveform score (CH-WS, CRF-WS) groups. The Mann-Whitney U-test was used to evaluate whether the variables had similar distributions in the Normal and Keratoconus groups. Receiver operating characteristics (ROC) curves were calculated for each parameter to assess the efficacy for diagnosing keratoconus and the same obtained for each variable were compared pairwise using the Hanley-McNeil test. RESULTS: The CH-Avg, CRF-Avg, CH-WS and CRF-WS differed significantly between the normal and keratoconus groups (p<0.001). The areas under the ROC curve (AUROC) for CH-Avg, CRF-Avg, CH-WS, and CRF-WS were 0.824, 0.873, 0.891, and 0.931, respectively. CH-WS and CRF-WS had significantly better AUROCs than CH-Avg and CRF-Avg, respectively (p=0.001 and 0.002). CONCLUSION: The analysis of the biomechanical properties of the cornea through the ORA method has proved to be an important aid in the diagnosis of keratoconus, regardless of the method used. The best waveform score (WS) measurements were superior to the average of consecutive ORA measurements for diagnosing keratoconus.

OBJETIVO: Testar se a histerese corneana (CH) e o fator de resistência corneano (CRF) podem discriminar olhos com ceratocone e avaliar se a média de duas medidas consecutivas apresenta desempenho diferente da medida única com a melhor waveform score para diagnósticar o ceratocone. MÉTODOS: Foram realizadas medidas do ORA de um olho por indivíduo, selecionados aleatoriamente a partir de 53 pacientes normais e de 27 pacientes com ceratocone. Dois grupos foram considerados: a média (CH-médio, o CRF-médio) e melhor waveform score (CH-WS, CRF-WS). O teste de Mann-Whitney U-teste foi utilizado para avaliar se as variáveis apresentaram distribuições semelhantes entre os grupos. As curvas (ROC) foram calculadas para cada parâmetro para avaliar eficácia no diagnóstico e as obtidas para cada variável foram comparadas usando o teste de Hanley-McNeil. RESULTADOS: CH-médio, CRF-médio, CH-WS e CRF-WS diferiram significativamente entre os grupos (p<0,001). Já as áreas sob a curva ROC para CH-médio, CRF-médio, CH-WS, e CRF-WS foram 0,824, 0,873, 0,891, 0,931, respectivamente. CH-WS e CRF-WS obtiveram AUROCs significativamente melhores do que CH-médio e CRF-médio (p=0,001 e 0,002). CONCLUSÃO: A análise das propriedades biomecânicas da córnea através do ORA demonstrou ser um método auxiliar importante no diagnóstico de ceratocone, independente do método utilizado. As melhores medidas waveform score foram superiores à média das medições consecutivas para o diagnóstico de ceratocone.
Palavra-chave Cornea/physiopathology
Keratoconus/diagnosis
Biomechanics/physiology
Dilatation, pathologic
Diagnostic techniques
ophthalmologic
Córnea/fisiopatologia
Ceratocone/diagnóstico
Biomecânica/fisiologia
Dilatação patológica
Técnicas de diagnóstico oftalmológico
Idioma Inglês
Data de publicação 2013-12-01
Publicado em LUZ, Allan et al . Best waveform score for diagnosing keratoconus. Rev. bras.oftalmol., Rio de Janeiro , v. 72, n. 6, p. 361-365, dez. 2013
ISSN 0034-7280 (Sherpa/Romeo, fator de impacto)
Publicador Sociedade Brasileira de Oftalmologia
Extensão 361-365
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0034-72802013000600002
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
Web of Science WOS:000336661100002
SciELO S0034-72802013000600002 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/8064

Exibir registro completo




Arquivo

Nome: S0034-72802013000600002.pdf
Tamanho: 505.7KB
Formato: PDF
Descrição:
Abrir arquivo

Este item está nas seguintes coleções

Buscar


Navegar

Minha conta