Long-term follow-up after resection of thyroid metastases from hepatocellular carcinoma in noncirrhotic liver

Long-term follow-up after resection of thyroid metastases from hepatocellular carcinoma in noncirrhotic liver

Título alternativo Acompanhamento de longo prazo após a ressecção de metástases na tiroide de carcinoma hepatocelular em fígado cirrótico
Autor Souza e Silva, Ivonete Sandra de Autor UNIFESP Google Scholar
Gonzalez, Adriano Miziara Autor UNIFESP Google Scholar
Linhares, Marcelo Moura Autor UNIFESP Google Scholar
Salzedas-Netto, Alcides Augusto Autor UNIFESP Google Scholar
Szejnfeld, Denis Autor UNIFESP Google Scholar
D'Ippolito, Giuseppe Autor UNIFESP Google Scholar
Lopes Filho, Gaspar de Jesus Autor UNIFESP Google Scholar
Lanzoni, Valeria Pereira Autor UNIFESP Google Scholar
Matos, Carla Adriana Loureiro de Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo Thyroid metastasis from hepatocellular carcinoma (HCC) is rare, and has poor prognosis. We report the case of a 62-year-old woman seen at our clinic because of the occurrence of a slightly painful abdominal mass. At that time, alpha-fetoprotein concentration was very high, reaching 49,831.7 ng/mL. Abdominal ultrasound showed a heterogeneous mass in segment IV of the liver, which was diagnosed as HCC upon MRI. The patient underwent surgical resection and histological analysis of the specimen confirmed HCC. Metastases to the thyroid were detected 17 months after liver resection. Although the presence of metastases indicates advanced disease, thyroidectomy was performed, since no other distant metastases were detected. In fact, the patient is doing well 3 years after thyroidectomy and regular imaging exams showed no tumor recurrence. Current alpha-fetoprotein concentration is 8 ng/mL. In conclusion, thyroid metastasis from HCC is uncommon and short-term survival is expected. However, surgical resection should be encouraged, especially in the case of solitary metastases.

As metástases de carcinoma hepatocelular (CHC) em tiroide são raras e o prognóstico é ruim. Relatamos o caso de uma paciente de 62 anos de idade atendida em nossa clínica devido a uma massa abdominal levemente dolorida. Naquele momento, a concentração de alta-fetoproteína era muito alta, chegando a 49.831,7 ng/mL. O ultrassom de abdômen mostrou uma massa heterogênea no segmento IV do fígado, que foi diagnosticada como CHC por meio de ressonância magnética. A paciente foi submetida a uma ressecção cirúrgica, e a análise histológica do espécime confirmou o CHC. As metástases na tiroide foram detectadas 17 meses após a ressecção do fígado. Embora a presença de metástases indique doença avançada, a tiroidectomia foi feita porque não foram detectadas outras metástases distantes. De fato, três anos após a tiroidectomia, a paciente está bem e os exames de rotina mostraram não haver recorrência do tumor. A concentração atual de alfa-fetoproteína é de 8 ng/mL. Concluiu-se que as metástases de CHC em tiroide não são comuns e espera-se uma sobrevida curta. Entretanto, deve-se encorajar a ressecção cirúrgica, especialmente no caso de metástases solitárias.
Idioma Inglês
Data de publicação 2013-06-01
Publicado em Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia. Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, v. 57, n. 4, p. 327-331, 2013.
ISSN 0004-2730 (Sherpa/Romeo)
Publicador Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Extensão 327-331
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27302013000400009
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0004-27302013000400009 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/7826

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Nome: S0004-27302013000400009.pdf
Tamanho: 185.9KB
Formato: PDF
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