Cervical cancer mortality trends in Brazil: 1980-2009

Cervical cancer mortality trends in Brazil: 1980-2009

Título alternativo Tendencia de la mortalidad por cáncer del cuello de útero en Brasil: 1980 a 2009
Tendência da mortalidade por câncer do colo do útero no Brasil: 1980 a 2009
Autor Gonzaga, Carolina Maciel Reis Google Scholar
Freitas-junior, Ruffo Google Scholar
Barbaresco, Aline Almeida Google Scholar
Martins, Edesio Google Scholar
Bernardes, Bruno Teixeira Autor UNIFESP Google Scholar
Resende, Ana Paula Magalhães Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de Goiás Programa de Mastologia
Universidade Federal de Goiás Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Medicina
Universidade Federal de Uberlândia Departamento de Ginecologia e Obstetrícia
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo The objective was to describe time trends in cervical cancer mortality rates in Brazil as a whole and in the country's major geographic regions and States from 1980 to 2009. This was an ecological time series study using data recorded in the Mortality Information System (SIM) and census data collected by the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE). Analysis of mortality trends was performed using Poisson regression. Cervical cancer mortality rates in Brazil tended to stabilize. In the geographic regions, a downward trend was observed in the South (-4.1%), Southeast (-3.3%), and Central-West (-1%) and an upward trend in the Northeast (3.5%) and North (2.7%). The largest decreases were observed in the States of São Paulo (­5.1%), Rio Grande do Sul, Espírito Santo, and Paraná (-4.0%). The largest increases in mortality trends occurred in Paraíba (12.4%), Maranhão (9.8%), and Tocantins (8.9%). Cervical cancer mortality rates stabilized in the country as a whole, but there was a downward trend in three geographic regions and 10 States, while two geographic regions and another 10 States showed increasing rates.

El objetivo fue analizar la mortalidad por cáncer de cuello de útero en Brasil, en sus macrorregiones y estados en el período de 1980 a 2009. Se trata de un estudio ecológico de serie temporal, con uso de información sobre óbitos del Sistema de Información sobre Mortalidad (SIM), y base demográfica del Instituto Brasileño de Geografía y Estadística (IBGE). Se realizaron análisis de las tendencias de la mortalidad, mediante la regresión de Poisson. En Brasil se observó la estabilización en las tasas de mortalidad. En las macrorregiones, hubo caída en el Sur (-4,1%), Sudeste (-3,3%) y Centro-Oeste (-1%); aumento en el Nordeste (3,5%) y Norte (2,7%). En los estados, las principales caídas fueron observadas en São Paulo (-5,1%), Rio Grande do Sul, Espírito Santo y Paraná (-4%). Los mayores aumentos se observaron en Paraíba (12,4%), Maranhão (9,8%) y Tocantins (8,9%). Conclusión: Brasil presenta estabilización en las tasas de mortalidad. No obstante, hubo una reducción en 3 macrorregiones y en 10 estados, mientras que en 2 macrorregiones y en 10 estados la mortalidad sigue aumentando. Una de las razones para esa disparidad puede ser el menor acceso al tratamiento para las pacientes de áreas menos desarrolladas.

O objetivo deste estudo foi fornecer um quadro quanto à tendência da mortalidade por câncer do colo de útero no Brasil, em suas regiões e estados, entre 1980 e 2009. Estudo ecológico de série temporal, com uso de informações sobre óbitos (Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM) e base demográfica (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE). Foram realizadas análises das tendências da mortalidade por meio da regressão de Poisson. Houve estabilização nas taxas de mortalidade no Brasil. Nas regiões, houve queda no Sul (-4,1%), Sudeste (-3,3%) e Centro-Oeste (-1%); aumento no Nordeste (3,5%) e Norte (2,7%). As maiores reduções foram observadas em São Paulo (-5,1%), Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Paraná (-4,0%). Os maiores aumentos foram observados na Paraíba (12,4%), Maranhão (9,8%) e Tocantins (8,9%). No Brasil, houve estabilização na mortalidade por câncer do colo do útero. No entanto, houve redução em 3 regiões e em 10 estados, enquanto, em 2 regiões e em outros 10 estados, a mortalidade segue aumentando. Uma das razões para essa disparidade pode ser o menor acesso ao tratamento para as pacientes de áreas menos desenvolvidas.
Palavra-chave Uterine Cervical Neoplasms
Mortality
Mortality Rate
Neoplasias do Colo do Útero
Mortalidade
Coeficiente de Mortalidade
Idioma Inglês
Data de publicação 2013-03-01
Publicado em Cadernos de Saúde Pública. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz, v. 29, n. 3, p. 599-608, 2013.
ISSN 0102-311X (Sherpa/Romeo, fator de impacto)
Publicador Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Extensão 599-608
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X2013000300017
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
Web of Science WOS:000316764900017
WOS:000316764900017
SciELO S0102-311X2013000300017 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/7655

Exibir registro completo




Arquivo

Nome: S0102-311X2013000300017.pdf
Tamanho: 102.2KB
Formato: PDF
Descrição:
Abrir arquivo

Este item está nas seguintes coleções

Buscar


Navegar

Minha conta