Avaliação da insuficiência da veia safena magna com classificação C2 e C3 (CEAP) pela pletismografia a ar e pelo eco-Doppler colorido

Avaliação da insuficiência da veia safena magna com classificação C2 e C3 (CEAP) pela pletismografia a ar e pelo eco-Doppler colorido

Título alternativo Evaluation of the greater saphenous vein with classification C2 e C3 (CEAP) by air plethysmography and color Doppler ultrasonography
Autor Seidel, Amélia Cristina Autor UNIFESP Google Scholar
Rossetti, Leandro Pablos Google Scholar
Juliano, Yara Autor UNIFESP Google Scholar
Novo, Neil Ferreira Autor UNIFESP Google Scholar
Miranda Jr, Fausto Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição UEM Curso de Medicina
UEM curso de Medicina
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Universidade de Santo Amaro Departamento de Saúde Pública
Resumo BACKGROUND: With the presence of venous reflux, there is need evaluate the clinical severity by quantifying the hemodynamic effect of venous incompetence and definition of their anatomical distribution. OBJECTIVE: To determine and correlate the degree of reflux of the greater saphenous vein (insufficiency) in a clinical CEAP C2/C3 by air plethysmography and color Doppler ultrasonography. METHODS: We prospectively investigated 87 limbs with reflux of the greater saphenous vein as ascertained by Doppler ultrasound and 32 limbs without signs or symptoms of the venous disease. All patients underwent clinical examinations using air plethysmography and Doppler ultrasound of the lower limbs. The parameters used with the Doppler ultrasound were: the diameter of the saphenous vein (seven levels) and the speed and time of reflux. In the plethysmography, the venous filling index, ejection fraction and residual volume fraction were also considered. RESULTS: Of the 119 limbs, 61 were class C2. In comparing the diameters of the vein of the control group with the study group there were statistically significant differences. There was an exception at the malleolus level. Using the Spearman correlation to analyze the indices for the plethysmography and Doppler ultrasound it showed some difference, but the coefficient of determination (r²) showed that they were weak. CONCLUSIONS: The parameters of the plethysmography did not correlate with the degree of reflux in the greater saphenous vein. There was a very weak correlation between their values, time and speed of reflux. Only the venous filling index correlated with venous reflux. The ejection fraction and residual volume fraction were not important for discrimination of clinical severity.

CONTEXTO: Com a presença de refluxo venoso, há necessidade de avaliar a gravidade clínica da doença pela quantificação do efeito hemodinâmico da incompetência venosa e definição de sua distribuição anatômica. OBJETIVO: Determinar a correlação da pletismografia a ar com o grau de refluxo pelo eco-Doppler na insuficiência da veia safena magna no quadro clínico C2 e C3 da CEAP. MÉTODOS: Foram examinados, prospectivamente, 87 membros com refluxo da veia safena magna determinado pelo eco-Doppler e 32 membros sem sinais ou sintomas de doença venosa. Todos foram submetidos ao exame clínico, pletismografia e eco-Doppler de membros inferiores. Do eco-Doppler foram utilizados os parâmetros: diâmetro da veia safena em sete níveis, velocidade e tempo de refluxo. Da pletismografia foram considerados o índice de enchimento venoso, a fração de ejeção e a fração de volume residual. RESULTADOS: Dos 119 membros, 61 pertenciam à classe C2. Na comparação do diâmetro da veia nos grupos controle e estudo houve diferença estatisticamente significante, exceto ao nível do maléolo. Utilizando-se a Correlação de Spearman para análise dos índices da pletismografia e eco-Doppler foram observadas algumas significâncias, porém o coeficiente de explicação (r²) mostrou que foram fracas. CONCLUSÕES: Os parâmetros da pletismografia não se correlacionam com o grau de refluxo na veia safena magna, pois houve uma correlação muito fraca entre seus valores e o tempo e a velocidade do refluxo. Somente o índice de enchimento venoso tem correlação com refluxo venoso. A fração de ejeção e de volume residual não se mostraram importantes na discriminação da gravidade clínica.
Palavra-chave saphenous vein
Ultrasonography
Doppler
plethysmography
varicose veins
veia safena
ultrassonografia Doppler
pletismografia
varizes
Idioma Português
Data de publicação 2012-09-01
Publicado em Jornal Vascular Brasileiro. Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), v. 11, n. 3, p. 187-193, 2012.
ISSN 1677-5449 (Sherpa/Romeo)
Publicador Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Extensão 187-193
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S1677-54492012000300004
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S1677-54492012000300004 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/7301

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Nome: S1677-54492012000300004.pdf
Tamanho: 637.7KB
Formato: PDF
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