Is there a crack epidemic among students in Brazil?: comments on media and public health issues

Is there a crack epidemic among students in Brazil?: comments on media and public health issues

Título alternativo Há uma epidemia de crack entre estudantes no Brasil?: comentários sobre aspectos da mídia e da saúde pública
Autor Nappo, Solange Aparecida Autor UNIFESP Google Scholar
Sanchez, Zila van der Meer Autor UNIFESP Google Scholar
Ribeiro, Luciana Abeid Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo In the past year, the Brazilian Federal Government and society have reported and acted on a crack use epidemic, which has been exacerbated by the media. This study hypothesized that crack use has not increased at the rate suggested by the Brazilian media. A cross-sectional survey was carried out in 2010 usinga multistage probabilistic representative sample of Brazilian middle and high school students in the country's 27 state capitals. A total of 50,890 valid questionnaires were weighted, analyzed and results compared to the 2004 national school survey dataset. Considering lifetime and past year crack use, no change in consumption was found between 2004 and 2010. Official data in Brazil on middle and high school students does not support the assertion of a crack epidemic widely publicized by the media. Government measures to treat and prevent crack use are encouraged; however, the term epidemic has been inappropriately used to represent the static prevalence of crack consumption among students.

No último ano, o Governo Federal e a sociedade brasileira relataram e agiram em função de uma epidemia de crack, que foi exacerbada pela mídia. Este estudo hipotetiza que, entre estudantes, o consumo de crack não aumentou nas taxas propostas pela mídia brasileira. Um levantamento epidemiológico de corte transversal foi realizado em 2010 em uma amostra probabilística multiestágio de estudantes brasileiros de Ensino Fundamental e Médio das 27 capitais de estado. Os 50.890 questionários válidos foram submetidos a pesos amostrais, analisados e comparados à série de dados do mesmo levantamento nacional realizado em 2004. Considerando uso na vida e uso no ano de crack, nenhuma mudança do consumo foi encontrada entre de 2004 e 2010. Os dados oficiais brasileiros entre estudantes de Ensino Médio e Fundamental não corroboram a epidemia de crack divulgada extensamente pela mídia. Medidas do governo para tratar e prevenir o uso de crack são incentivadas; entretanto, o termo epidemia tem sido usado de maneira imprópria para representar a prevalência estática do uso de crack.
Palavra-chave Crack Cocaine
Drug Abuse
Students
Cocaína Crack
Abuso de Drogas
Estudantes
Idioma Inglês
Data de publicação 2012-09-01
Publicado em Cadernos de Saúde Pública. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz, v. 28, n. 9, p. 1643-1649, 2012.
ISSN 0102-311X (Sherpa/Romeo, fator de impacto)
Publicador Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Extensão 1643-1649
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X2012000900004
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
Web of Science WOS:000309383400004
SciELO S0102-311X2012000900004 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/7285

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Nome: S0102-311X2012000900004.pdf
Tamanho: 91.90KB
Formato: PDF
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