Twenty-five gauge vitrectomy in uveitis

Twenty-five gauge vitrectomy in uveitis

Título alternativo Vitrectomia 25-gauge em uveítes
Autor Kamei, Roger Roberto Wada Autor UNIFESP Google Scholar
Arantes, Tiago Eugênio Faria E Autor UNIFESP Google Scholar
Garcia, Claudio Renato Autor UNIFESP Google Scholar
Muccioli, Cristina Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo PURPOSE: To evaluate anatomical and functional results of 25-gauge transconjunctival sutureless pars plana vitrectomy in patients with uveitis. METHODS: Vitrectomy was performed on 20 eyes with residual vitritis secondary to infectious and noninfectious uveitis. Patients were evaluated 1 week before surgery and after surgery at day 1, week 1, week 4 and week 12. Visual acuity (VA), intraocular pressure, anterior chamber cells and flare and vitreous haze were measured. RESULTS: Mean VA improved from 2.06 ± 0.94 logMAR before surgery to 0.58 ± 0.46 logMAR at week 12 (p<0.05). No case required conversion to standard 20-gauge instrumentation or suture placement, no intraoperative complications were noted. Transient postoperative hypotony was seen in three eyes. One patient with toxoplasmic retinochoroiditis had a relapse during follow-up. CONCLUSION: 25-gauge vitrectomy has proven its efficacy on cleansing vitreous opacities and improving visual acuity on patients with residual vitritis secondary to uveitis with minimal postoperative inflammation and complications.

OBJETIVO: Avaliar os resultados anatômicos e funcionais da vitrectomia via pars plana 25-gauge transconjuntival sem sutura em pacientes com uveítes. MÉTODOS: Realizou-se vitrectomia em 20 olhos com vitreíte residual secundária a uveíte infecciosa e não infecciosa. Os pacientes foram avaliados uma semana antes e após a cirurgia, no primeiro dia, 1ª, 4ª e 12ª semana. Acuidade visual (AV), pressão intraocular, células e flare na câmara anterior e haze vítreo foram medidos. RESULTADOS: A AV média melhorou de 2,06 ± 0,94 logMAR antes da cirurgia para 0,58 ± 0,46 logMAR na 12ª semana (p<0,05). Nenhum caso necessitou de conversão para instrumentos de 20-gauge ou realização de sutura e não foram observadas complicações intraoperatórias. Hipotonia transitória foi observada em três olhos. Um paciente com retinocoroidite por toxoplasmose teve recidiva durante o acompanhamento. CONCLUSÃO: Vitrectomia 25-gauge provou sua eficácia na remoção do vítreo opacificado e na melhora da AV em pacientes com vitreíte residual secundária a uveítes, com mínima inflamação pós-operatória e complicações.
Palavra-chave Vitrectomy
Uveitis
Vitreous body
Eye infections
Vitrectomia
Uveítes
Corpo vítreo
Infecções oculares
Idioma Inglês
Data de publicação 2012-04-01
Publicado em Arquivos Brasileiros de Oftalmologia. Conselho Brasileiro de Oftalmologia, v. 75, n. 2, p. 107-110, 2012.
ISSN 0004-2749 (Sherpa/Romeo, fator de impacto)
Publicador Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Extensão 107-110
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27492012000200007
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
Web of Science WOS:000310841600007
SciELO S0004-27492012000200007 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/7055

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Nome: S0004-27492012000200007.pdf
Tamanho: 270.2KB
Formato: PDF
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