H1N1: pandemia e perspectiva atual

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dc.contributor.author Bellei, Nancy Cristina Junqueira [UNIFESP]
dc.contributor.author Melchior, Thaís Boim [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-06-14T13:43:21Z
dc.date.available 2015-06-14T13:43:21Z
dc.date.issued 2011-12-01
dc.identifier http://dx.doi.org/10.1590/S1676-24442011000600007
dc.identifier.citation Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial. Sociedade Brasileira de Patologia ClínicaSociedade Brasileira de PatologiaSociedade Brasileira de Citopatologia, v. 47, n. 6, p. 611-617, 2011.
dc.identifier.issn 1676-2444
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/6708
dc.description.abstract The swine origin influenza virus A/CALIFORNIA/04/2009 (H1N1) was first detected in Mexico and determined the 2009 influenza pandemic. In August 2010, World Health Organization (WHO) declared the beginning of the post-pandemic period. This last pandemic was distinctly different from previous ones. The virus emerged from genetic rearrangement in non-human mammalian host. Moreover, its inter-species transmission is fully reported. However, it affected human population differently from previous pandemic viruses (1918, 1957, 1968), with increased morbidity and mortality among children and young adults. Currently, the virus has a seasonal pattern in the same way as influenza A H3N2 and influenza B, maintaining the same pathogenicity profile, clinical spectrum and sensitivity to antiviral agents. The strain was included in the annual trivalent seasonal vaccine formulation, mainly for risk groups, which are more vulnerable to complications caused by different influenza strains. en
dc.description.abstract O vírus influenza de origem suína, A/California/04/2009 (H1N1), foi inicialmente detectado no México e determinou a pandemia de influenza de 2009. Em agosto de 2010, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o início da fase pós-pandêmica. As características dessa última pandemia foram marcadamente diferentes das anteriores. O vírus emergiu de rearranjos genéticos originários em hospedeiro mamífero não humano, demonstrou transmissibilidade interespécies e afetou a população humana de forma diferente dos vírus pandêmicos anteriores (1918, 1957 e 1968) com maior morbidade e mortalidade em crianças e adultos jovens. Atualmente, o vírus apresenta padrão sazonal da mesma forma que o influenza A H3N2 e o influenza B, mantendo, até o momento, o mesmo perfil de patogenicidade, espectro clínico e sensibilidade a antivirais. A cepa foi incluída na vacina sazonal trivalente anual recomendada, principalmente para proteção dos grupos de risco mais vulneráveis a complicações pelas diferentes cepas de influenza. pt
dc.format.extent 611-617
dc.language.iso por
dc.publisher Sociedade Brasileira de Patologia ClínicaSociedade Brasileira de PatologiaSociedade Brasileira de Citopatologia
dc.relation.ispartof Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial
dc.rights Acesso aberto
dc.subject Influenza en
dc.subject H1N1 en
dc.subject Pandemic en
dc.subject RT-PCR en
dc.subject Diagnostic en
dc.subject Influenza pt
dc.subject H1N1 pt
dc.subject Pandemia pt
dc.subject RT-PCR pt
dc.subject Diagnóstico pt
dc.title H1N1: pandemia e perspectiva atual pt
dc.title.alternative H1N1: overview and perspectives en
dc.type Artigo
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliation Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Departamento de Medicina
dc.description.affiliationUnifesp UNIFESP, Depto. de Medicina
dc.identifier.file S1676-24442011000600007.pdf
dc.identifier.scielo S1676-24442011000600007
dc.identifier.doi 10.1590/S1676-24442011000600007
dc.description.source SciELO



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Nome: S1676-24442011000600007.pdf
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