ADIPOQ and adiponectin: the common ground of hyperglycemia and coronary artery disease?

ADIPOQ and adiponectin: the common ground of hyperglycemia and coronary artery disease?

Título alternativo ADIPOQ e adiponectina: base comum da hiperglicemia e doença arterial coronariana?
Autor Oliveira, Carolina Soares Viana de Autor UNIFESP Google Scholar
Giuffrida, Fernando M. A. Autor UNIFESP Google Scholar
Crispim, Felipe Autor UNIFESP Google Scholar
Saddi-rosa, Pedro Autor UNIFESP Google Scholar
Reis, André Fernandes Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo Plasma adiponectin and the coding gene for adiponectin, ADIPOQ, are thought to explain part of the interaction between obesity, insulin resistance, type 2 diabetes (T2DM) and coronary artery disease (CAD). Here, we illustrate the role that adiponectin and ADIPOQ variants might play in the modulation of CAD, especially in the occurrence of hyperglycemia. Recent evidence suggests that total and high molecular weight (HMW) adiponectin levels are apparent markers of better cardiovascular prognosis in patients with low risk of CAD. However, in subjects with established or high risk of CAD, these levels are associated with poorer prognosis. We also provide recent evidences relating to the genetic control of total and HMW adiponectin levels, especially evidence regarding ADIPOQ. Accumulated data suggest that both adiponectin levels and polymorphisms in the ADIPOQ gene are linked to the risk of CAD in patients with hyperglycemia, and that these associations seem to be independent from each other, even if adiponectin levels are partly dependent on ADIPOQ.

Os níveis plasmáticos de adiponectina e o gene codante desta proteína, ADIPOQ, parecem explicar parte da interação de doenças como obesidade, resistência à insulina, diabetes melito tipo 2 (DM2) e doença arterial coronariana (DAC). Apresentamos as evidências do papel tanto dos níveis de adiponectina quanto das variantes no ADIPOQ na modulação da DAC, sobretudo na presença de hiperglicemia. Estudos recentes sugerem que níveis de adiponectina total e de alto peso molecular (HMW) são marcadores de bom prognóstico DAC, sobretudo em pacientes de baixo risco cardiovascular, enquanto nos pacientes de alto risco ou com doença já estabelecida podem se associar com pior prognóstico. Apresentamos também as evidências em relação ao possível controle genético dos níveis circulantes de adiponectina, tanto total quanto da isoforma de alto peso molecular, sobretudo em relação ao ADIPOQ. A análise global dos dados sugere que tanto os níveis circulantes de adiponectina quanto polimorfismos no gene ADIPOQ estão implicados na evolução de DAC em pacientes com hiperglicemia e que essas associações podem existir de forma independente.
Palavra-chave Total adiponectin
HMW adiponectin
ADIPOQ
polymorphisms
coronary artery disease
type 2 diabetes mellitus
Adiponectina total
adiponectina de alto peso molecular
ADIPOQ
polimorfismo
doença arterial coronariana
diabetes melito tipo 2
Idioma Inglês
Financiador Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Data de publicação 2011-10-01
Publicado em Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia. Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, v. 55, n. 7, p. 446-454, 2011.
ISSN 0004-2730 (Sherpa/Romeo, fator de impacto)
Publicador Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Extensão 446-454
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27302011000700003
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
Web of Science WOS:000297574400003
SciELO S0004-27302011000700003 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/6649

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Nome: S0004-27302011000700003.pdf
Tamanho: 1.656MB
Formato: PDF
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