Benefícios e riscos da prática de atividade física recreativa e/ou esportiva por pessoas com epilepsia

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dc.contributor.author Vancini, Rodrigo Luiz [UNIFESP]
dc.contributor.author Lira, Claudio Andre Barbosa de [UNIFESP]
dc.contributor.author Scorza, Fulvio Alexandre [UNIFESP]
dc.contributor.author Arida, Ricardo Mario [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-06-14T13:43:09Z
dc.date.available 2015-06-14T13:43:09Z
dc.date.issued 2011-06-01
dc.identifier http://dx.doi.org/10.1590/S0103-51502011000200016
dc.identifier.citation Fisioterapia em Movimento. Pontifícia Universidade Católica do Paraná, v. 24, n. 2, p. 347-355, 2011.
dc.identifier.issn 0103-5150
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/6527
dc.description.abstract Epilepsy is the most common chronic neurological disorder in the world. Pharmacological treatment is essential in the majority of cases. However, nonpharmacologic therapies such as regular physical activity have been studied in the treatment of epilepsy. It was well established that the regular physical activity provides benefits on physical fitness and health. However, people with epilepsy are often discouraged from participating in physical activity programs. This reluctance derived from overprotection of health's professionals and relatives, because there are fears that the practice of physical activity may predispose individuals to traumatic injury or that fatigue resulting from physical effort can precipitate a seizure. Growing evidence shows that regular physical activity is beneficial for individuals with epilepsy, with few findings showing an increase in seizure frequency or risk of injury when the disease is pharmacologically controlled. Therefore, the purpose of this review is to present the possible risks and benefits of regular physical activity for people with epilepsy. en
dc.description.abstract A epilepsia é o distúrbio neurológico crônico mais comum no mundo. O tratamento farmacológico é essencial na maioria dos casos. Entretanto, terapias não farmacológicas, como a prática de atividade física regular, vêm sendo estudadas para o tratamento complementar desse distúrbio. Já está bem estabelecido que programas de atividade física promovem benefícios sobre a aptidão física e a saúde. Contudo, pessoas com epilepsia frequentemente são desencorajadas a participar desses programas. Essa relutância origina-se da proteção excessiva dos profissionais da saúde e familiares, pois existe o receio que a prática de atividade física possa predispor os indivíduos a lesões traumáticas ou que a fadiga resultante do esforço físico possa precipitar uma nova crise epiléptica. Evidências crescentes mostram que a prática de atividade física é benéfica para pessoas com epilepsia, havendo poucos achados mostrando o aumento da frequência de crises ou do risco de lesão quando a doença está farmacologicamente controlada. Portanto, o objetivo da presente revisão é apresentar os possíveis riscos e benefícios da prática de atividade física por pessoas com epilepsia. pt
dc.description.sponsorship Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
dc.format.extent 347-355
dc.language.iso por
dc.publisher Pontifícia Universidade Católica do Paraná
dc.relation.ispartof Fisioterapia em Movimento
dc.rights Acesso aberto
dc.subject Epilepsy en
dc.subject Epileptic seizure en
dc.subject Exercise en
dc.subject Sport en
dc.subject Epilepsia pt
dc.subject Crise epiléptica pt
dc.subject Exercício pt
dc.subject Esporte pt
dc.title Benefícios e riscos da prática de atividade física recreativa e/ou esportiva por pessoas com epilepsia pt
dc.title.alternative Benefits and risks of the practice of leisure and/or sportive physical activity by people with epilepsy en
dc.type Artigo
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliation Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliation UNIFESP
dc.description.affiliationUnifesp UNIFESP
dc.identifier.file S0103-51502011000200016.pdf
dc.identifier.scielo S0103-51502011000200016
dc.identifier.doi 10.1590/S0103-51502011000200016
dc.description.source SciELO



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Name: S0103-51502011000200016.pdf
Size: 622.9Kb
Format: PDF
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