Neuroendoscopic surgery for unilateral hydrocephalus due to inflammatory obstruction of the Monro foramen

Neuroendoscopic surgery for unilateral hydrocephalus due to inflammatory obstruction of the Monro foramen

Título alternativo Cirurgia neuroendoscópica para tratamento da hidrocefalia unilateral secundária à obstrução inflamatória do forame de Monro
Autor Vaz-guimarães Filho, Francisco A. Autor UNIFESP Google Scholar
Ramalho, Clauder O. Autor UNIFESP Google Scholar
Suriano, Ítalo C. Autor UNIFESP Google Scholar
Zymberg, Samuel Tau Autor UNIFESP Google Scholar
Cavalheiro, Sergio Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo OBJECTIVE: Unilateral hydrocephalus (UH) is characterized by enlargement of just one lateral ventricle. In this paper, the authors will demonstrate their experiences in the neuroendoscopic management of this uncommon type of hydrocephalus. METHOD: The authors retrospectively reviewed a serie of almost 800 neuroendoscopic procedures performed from September 1995 to July 2010 and selected seven adult patients with UH. Clinical and radiological charts were reviewed and analyzed. RESULTS: Six patients had intraventricular neurocysticercosis and one patient had congenital stenosis of the foramen of Monro. Headaches were the most common symptom. A septostomy restored cerebrospinal fluid circulation. During follow-up period (65.5 months, range 3-109) no patient has presented clinical recurrence as well as no severe complications have been observed. CONCLUSION: UH is a rare condition. A successful treatment can be accomplished through a neuroendoscopic approach avoiding the use of ventricular shunts.

OBJETIVO: Hidrocefalia unilateral (HU) é caracterizada pelo alargamento de apenas um dos ventrículos laterais. Neste estudo, os autores demonstraram sua experiência no manejo deste tipo incomum de hidrocefalia. MÉTODO: Foram revisados, de uma série de quase 800 cirurgias neuroendoscópicas realizadas entre Setembro de 1995 e Julho de 2010, sete pacientes adultos com diagnóstico de HU. Dados clínicos e radiológicos foram analisados. RESULTADOS: Seis pacientes tinham neurocisticercose intraventricular e um apresentava uma estenose congênita do forame de Monro. Cefaléia foi o sintoma clínico mais comum. Uma septostomia restabeleceu o fluxo liquórico. Durante o seguimento (65,5 meses, de 3-109), nenhum paciente apresentou recorrência clínica assim como nenhuma complicação grave foi observada. CONCLUSÃO: HU é uma condição rara. O tratamento satisfatório pode ser alcançado por meio de uma abordagem neuroendoscópica evitando, desta maneira, o uso de sistemas de derivação ventricular.
Palavra-chave foramen of Monro
unilateral hydrocephalus
neuroendoscopy
neurocysticercosis
forame de Monro
hidrocefalia unilateral
neuroendoscopia
neurocisticercose
Idioma Inglês
Data de publicação 2011-04-01
Publicado em Arquivos de Neuro-Psiquiatria. Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO, v. 69, n. 2a, p. 227-231, 2011.
ISSN 0004-282X (Sherpa/Romeo, fator de impacto)
Publicador Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Extensão 227-231
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0004-282X2011000200017
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
Web of Science WOS:000290122900017
SciELO S0004-282X2011000200017 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/6434

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Nome: S0004-282X2011000200017.pdf
Tamanho: 3.134MB
Formato: PDF
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