Immunization status of residents in pediatrics at the Federal University of São Paulo, Brazil

Immunization status of residents in pediatrics at the Federal University of São Paulo, Brazil

Título alternativo Imunização de residentes em Pediatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Brasil
Autor Silveira, Mariana Bernardi Viviani Autor UNIFESP Google Scholar
Perez, Deborah Ascar Autor UNIFESP Google Scholar
Yamaguti, Alessandra Autor UNIFESP Google Scholar
Saraiva, Eduardo Zegna Autor UNIFESP Google Scholar
Borges, Maria Gabriela Autor UNIFESP Google Scholar
De Moraes-Pinto, Maria Isabel Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo Vaccination of health care workers is an efficient way to reduce the risk of occupational infection and to prevent nosocomial transmission to vulnerable patients. Despite this, achieving high immunization rates among those professionals is a challenge. We assessed the immunization status of Residents in Pediatrics at the Federal University of São Paulo from June to December 2008. Their immunization records were checked and evaluated according to the Brazilian Immunization Schedule for health care workers. Considering all required vaccines, only 3.1% of the 64 Residents were up-to-date with their immunizations. Influenza was the vaccine with the lowest uptake (3.1%) and measles and rubella were diseases with the highest evidence of immunity (62.5% each). Only 37.5% of Residents had received three hepatitis B vaccine doses with a subsequent serology confirming seroconversion. Moreover, the vast majority of Residents in Pediatrics who were not up-to-date were unaware of the fact. Both medical schools and Pediatric Residence programs should not only offer information but also check vaccination records in an effort to keep their healthcare workers´ vaccinations up-to-date.

A vacinação de profissionais da saúde representa maneira eficiente de reduzir o risco ocupacional a infecções e de prevenir a transmissão nosocomial de doenças a pacientes vulneráveis. Apesar disso, atingir altas taxas de cobertura vacinal entre estes profissionais continua sendo um desafio. Avaliamos a situação vacinal dos residentes de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) entre junho e dezembro de 2008. Suas carteiras de vacinação foram checadas e avaliadas de acordo com a orientação do calendário nacional para profissionais da saúde. Considerando as vacinas propostas, apenas 3,1% dos 64 residentes estavam em dia com sua imunização. A vacina para Influenza foi a mais negligenciada (3,1%) e sarampo e rubéola, as doenças com maior evidência de imunidade (62,5%). Apenas 37,5% dos residentes haviam recebido três doses da vacina para hepatite B e possuíam sorologia confirmando soroconversão. Além disso, a grande maioria dos residentes que estavam com atraso vacinal desconhecia este fato. Tanto as escolas médicas quanto os programas de residência em Pediatria deveriam não apenas orientar, como também checar os registros de vacinação num esforço para manter em dia a imunização dos profissionais de saúde.
Palavra-chave Health care workers
Immunization
Pediatrics
Idioma Inglês
Data de publicação 2011-04-01
Publicado em Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical, v. 53, n. 2, p. 73-76, 2011.
ISSN 0036-4665 (Sherpa/Romeo)
Publicador Instituto de Medicina Tropical
Extensão 73-76
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0036-46652011000200003
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0036-46652011000200003 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/6426

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Nome: S0036-46652011000200003.pdf
Tamanho: 114.9KB
Formato: PDF
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