Tratamento das fraturas do terço distal da tíbia: fixar ou não a fíbula?

Tratamento das fraturas do terço distal da tíbia: fixar ou não a fíbula?

Título alternativo Treatment of the distal fractures of the tibia: shall we fix the fibula?
Autor Labronici, Pedro José Google Scholar
Hoffmann, Rolix Google Scholar
Franco, José Sergio Google Scholar
Lourenço, Paulo Roberto Barbosa De Toledo Google Scholar
Fernandes, Hélio Jorge Alvachian Autor UNIFESP Google Scholar
Reis, Fernando Baldy dos Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Hospital Santa Teresa Serviço de Ortopedia e Traumatologia Prof. Dr. Donato D'Ângelo
UFRJ Faculdade de Medicina
Hospital de Ipanema Grupo de Trauma
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo OBJECTIVE: To compare the results of fibula fixation (or not fixation) in the treatment of fractures located in the distal third part of the tibia, by using intramedullary nailing and bridge plate. METHOD: 47 fractures in 47 patients were studied. Twenty-one patients were treated with non-reammed, interlocking intramedullary nailing, and 26 patients were treated with wide or narrow dynamic compressional plates (using a minimally invasive technique). All of the fibula fractures are located at the same level or below the tibia fractures. RESULTS: in the group of patients treated with fibula fixation, the average healing time was 14.6 weeks. In the group of patients treated without fibula fixation, the average healing time was 14.3 weeks. In the group of patients treated with fibula fixation it was observed a significantly smaller proportion of valgus angular deviation (6.3%) than in the group of patients treated without fibula fixation (32.3%). CONCLUSIONS: The benefits of fibula fixation still keeping controversial when tibial fractures are associates. Regarding fracture healing, there was no significant difference between the studied fracture groups.

OBJETIVO: Comparar os resultados da fixação ou não da fíbula no tratamento das fraturas do terço distal da tíbia, com haste intramedular e placa em ponte. MÉTODOS: Foram 47 fraturas em 47 pacientes, sendo que em 21 pacientes foi utilizada a haste intramedular bloqueada não fresada e em 26 a placa em ponte (placa de compressão dinâmica larga ou estreita) pela técnica minimamente invasiva. Todas as fraturas da fíbula se encontravam no mesmo nível ou abaixo da fratura da tíbia. RESULTADOS: No grupo tratado com fixação da fíbula, a média do tempo de consolidação foi de 14,6 semanas. No grupo tratado sem fixação da fíbula, a média do tempo de consolidação foi de 14,3 semanas. No grupo de pacientes tratados com fixação da fíbula observou-se uma proporção de desvio angular em varo (6,3%) significativamente menor que o subgrupo sem fixação de fíbula (32,3%), e com desvio angular em valgo (62,5%) significativamente maior que o grupo sem fixação de fíbula (32,3%). CONCLUSÃO: Os benefícios da fixação da fíbula permanecem ainda controversos quando ocorrem fraturas associadas com a tíbia. Em relação à consolidação, não houve diferença significativa entre os grupos.
Palavra-chave Tibial Fracture
Fibular Fracture
Internal Fixation
Fratura da Tibia
Fratura da Fibula
Fixação Interna
Idioma Português
Data de publicação 2011-01-01
Publicado em Revista Brasileira de Ortopedia. Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, v. 46, p. 23-27, 2011.
ISSN 0102-3616 (Sherpa/Romeo)
Publicador Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Extensão 23-27
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0102-36162011000700007
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0102-36162011000700007 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/6189

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Nome: S0102-36162011000700007.pdf
Tamanho: 341.9KB
Formato: PDF
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