Fatores associados à ocorrência de pancreatite aguda após papilectomia endoscópica: estudo de caso controle

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dc.contributor.advisor Ardengh, Jose Celso
dc.contributor.author Taglieri, Eloy
dc.coverage.spatial Departamento de diagnóstico por imagem pt_BR
dc.date.accessioned 2021-01-13T12:31:56Z
dc.date.available 2021-01-13T12:31:56Z
dc.date.issued 2019-08-22
dc.identifier.citation TAGLIERI, Eloy. Fatores associados à ocorrência de pancreatite aguda após papilectomia endoscópica: estudo de caso controle. 2019 (Doutorado) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, 2019. pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59020
dc.description.abstract Introdução: A pancreatite aguda é evento adverso comum após a papilectomia endoscópica. A colocação de prótese plástica pancreática parece prevenir a ocorrência da pancreatite aguda. Avaliamos os fatores associados à ocorrência da pancreatite em pacientes com tumores da papila duodenal maior submetidos à papilectomia endoscópica com intenção curativa. Métodos: Análise retrospectiva de base de dados, incluindo pacientes com tumores da papila duodenal, que foram submetidos ao papilectomia endoscópica de janeiro de 2008 a novembro de 2016 em dois centros terciários. Parâmetros clínicos, laboratoriais, ultrassom endoscópico e colocação da prótese plástica pancreática para prevenção foram avaliados. Resultados: Setenta e dois pacientes foram submetidos à papilectomia endoscópica (37 homens), com média de idade de 60,3 anos (31 a 88). O diâmetro médio do ducto pancreático principal foi de 0,44 (0,18 a 1,8) cm. O tamanho médio do tumor foi de 1,8 (0,5 a 9,6) cm. Os tumores foram estadiados como uT1N0, uT2N0 e uT1N1 em 87,5%, 11,1% e 1,4%, respectivamente. Trinta e oito eventos adversos ocorreram em 33 (45,8%) pacientes, sem mortalidade. A pancreatite ocorreu em 23,6% dos casos. A bilirrubina total, direta e indireta, o tamanho do tumor, o diâmetro do ducto pancreático principal e a colocação da prótese pancreática plástica preventiva tiveram razão de chances (RC) de 0,82, 0,78, 0,43, 0,13, 3,072e-04 e 6,43, respectivamente, para a ocorrência de pancreatite. A análise multivariada (implantação da prótese plástica pancreática x diâmetro do ducto pancreático principal) mostrou risco de chance de 5,12 (IC 95%, 1,51-18,72; p = 0,01) e 0,000491 (IC 95%, 2,69e -07 - 0,189; p = 0,026) para a ocorrência de pancreatite. Conclusões: Pacientes ictéricos, com tumores grandes e dilatação do ducto pancreático, parecem apresentar menor tendência a ocorrência de pancreatite. A inserção de prótese plástica no pâncreas parece ser desnecessária na maioria dos casos, podendo estar associada a maior risco de pancreatite. pt_BR
dc.format.extent 49 f. pt_BR
dc.language por pt_BR
dc.publisher Universidade Federal de São Paulo pt_BR
dc.rights Acesso restrito pt_BR
dc.subject Neoplasia ampular; Papilectomia endoscópica; Stent pancreático; Pancreatite pós-procedimento; Neoplasia da papila / diagnóstico; Endossonografia / método pt_BR
dc.title Fatores associados à ocorrência de pancreatite aguda após papilectomia endoscópica: estudo de caso controle pt_BR
dc.type Tese de Doutorado pt_BR
unifesp.campus Escola Paulista de Medicina (EPM) pt_BR
unifesp.graduateProgram Medicina (Radiologia Clínica) pt_BR
dc.contributor.authorLattes http://lattes.cnpq.br/6577013429352505 pt_BR
dc.contributor.advisorLattes http://lattes.cnpq.br/7156173153438406 pt_BR
unifesp.departamento Diagnóstico por Imagem pt_BR
unifesp.assessoresproreitorias Pró-reitoria de Pós-graduação e Pesquisa pt_BR



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Name: Tese Eloy Taglieri.pdf
Size: 938.0Kb
Format: PDF
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